domingo, 18 de novembro de 2012

Avanço da agenda homossexual envolve *sempre* um ataque à liberdade dos Cristãos


Capelães militares que não concordem com o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo podem ser dispensados das funções, segundo afirmou um antigo Ministro de Defesa inglês. Sir Gerald Howarth, que serviu como ministro até Setembro último, expressou as suas preocupações numa carta dirigida a o Secretário de Defesa, Philip Hammond. 

Sir Gerald  advertiu para a situação onde um padre da Igreja de Inglaterra pode ser "disciplinado ou dispensado" por pregar em favor do casamento tradicional.

Depois de receber a carta, Hammond "pediu aconselhamento", afirmou um porta-voz do Ministério da Defesa.

Respondendo à carta de Sir Gerald, Colin Hart, director da "Coalition for Marriage" (C4M), disse:

Nós temos alertado de modo consistente que o rasgar de definição de casamento em uso há séculos é uma politica muito mal pensada que terá inúmeras consequências sérias.  Estes planos são profundamente anti-democráticos. O "Human Rights Act" e as leias da igualdade criaram a tempestade perfeita que significará que muitos capelães honrados enfrentarão actos punitivos ou serão dispensados apenas por acreditarem que o casamento é entre um homem e uma mulher.

Tanto o Sir Gerald como Mr Hammond haviam previamente expressado reservas aos planos do Governo de instalar o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Na sua carta, Sir Gerald  adaptou um exemplo retirado duma opinião legal que ressalvava as inúmeras implicações que a redefinição governamental do casamento terá . Na opinião, Aidan O’Neill QC avisou os capelães da NHS que pregam em favor do casamento tradicional nas suas igrejas que eles podem ser disciplinados segundo as leis da diversidade - mesmo que eles estejam fora de serviço no momento.
Sir Gerald avisou que uma situação semelhante pode ocorrer com os capelães militares.

No princípio deste mês, e em relação à redefinição do casamento, Maria Miller, a Ministra da Igualdade, disse que o Governo publicaria os seus resultados retirados da consulta levada a cabo antes do Natal. O Governo disse que recebeu o surpreendente número de 228,000 respostas, - o mais elevado de sempre da história Governamental Britânica.

Mas esse número não  parece incluir os nomes e as moradas de adicionais 500,000 pessoas submetidas pela Coalition for Marriage (C4M). A C4M oficialmen te submeteu os nomes junto da Home Office como parte do processo de consulta, mas parece que eles foram ignorados.

* * * * * * *

Naturalmente, algumas pessoas podem, inocentemente, afirmar que este choque entre a agenda gay e o Cristianismo é apenas um aspecto marginal do activismo homossexual, mas quem afirma isso desconhece a realidade dos factos.

Antes de mais, é preciso separar o activismo homossexual, dos homossexuais comuns que não querem usar os seus gostos sexuais como fonte de direitos adicionais. Enquanto o último grupo está no seu direito de viver a sua sexualidade como ele bem entender (embora não seja clinicamente aconselhável), o primeiro grupo vai mais além ao afirmar que as instituições sociais devem-se submeter ao que ELES acham que é moralmente certo ou errado.

Portanto, resistência ao activismo homossexual de maneira nenhuma é um ataque aos homossexuais como seres humanos dotados dos mesmos direitos e obrigações que o resto da sociedade, mas sim resistência a uma agenda política totalitária mascarada de "direitos humanos".

Segundo: o activismo homossexual em si nada mais é que uma arma de subversão social - e não um fim - uma vez que quem financia a agenda gay não o faz porque tem preocupação genuina com os homossexuais, mas sim porque vê utilidade política nesta agenda. Quanto mais dessiminada estiver a visão dos activistas homossexuais na sociedade, mais fracos serão os valores morais tradicionais que servem de impedimento a um maior controle estatal na vida dos cidadãos: família, casamento, castidade, fidelidade, Cristianismo, etc. 

Devido a isto, quando Colin Hart diz que a destruição da definição de casamento terá consequências sérias, aparentemente ele não sabe que é com vista nessas consequências que a redefinição do casamento está a ser feita um pouco por todo o mundo ocidental. Os ideólogos por trás nesta nova moral sexual sabem que este tipo de medidas levará a sociedade ao colapso, e precisamente por isso é que eles a forçam.

Relacionado: Apenas 1/4 dos homossexuais ingleses se casaria se o "casamento" homossexual fosse legalizado.

1 comentário:

  1. A igreja Anglicana tem como chefe o rei mas em questões de fé é o parlamento que decide.

    Na igreja católica é a congregação para a defesa da fé, cujo lider anterior era o actual Papa, e o Papa.

    Nas congregações Evangélicas cada congregação é autónoma.

    Os padres católicos tem de submeter-se à autoridade eclesiástica.

    Se o parlamento britânico decidir em matéria de fé essa passa a ser a doutrina da igreja Anglicana. Os padres têm o dever de obediência.

    Os padres católicos e qualquer católico em particular podia questionar a virgindade de Maria até a Santa Sé se ter pronunciado sobre o caso. A partir daí a virgindade de Maria, antes e depois do nascimento de Cristo, não pode ser questionada. É um dogma da fé.

    As religiões tem regras e as da Igreja Anglicana são as que são.

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