sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

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Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



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A exploração sexual de mulheres nos abrigos de refúgio


Poucas pessoas sabem como é que os abrigos para mulheres vítimas de abuso tiveram o seu início. Há cerca de 4 anos atrás a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta admissão chocante no "The Oregonian":

"De facto, foi um pequeno grupo de lésbicas de Portland que esteve na linha da frente do movimento nacional em torno da criação de lugares seguros para as mulheres. Nós sabíamos que as fundações não financiariam um estabelecimento com o propósito de albergar um grupo de fufas sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que eles entenderiam seria a linguagem da mulher vítima de abuso."

Isto, obviamente, levanta questões perturbadoras: o que é que realmente ocorre nos abrigos? Como a minha investigação apurou, muitos abrigos mais não são que lugares de caça para lésbicas sedentas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, atendedora de balcão de 35 anos, foi a Bethany House em Falls Church, Va, em busca de aconselhamento legal. O abrigo referenciou-a a um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo a reportagem, "Num desses dias, ele chegou à sua porta e exigiu sexo ou ser pago pelo serviço legal." Eles começaram logo com os beijos e com as carícias. (Deixo o resto para a vossa imaginação.)

Mas não era só o advogado que se aproveitava das mulheres abusadas. Duas gestoras de abrigos, srª Veronica e a srª Liang, viram-se forçadas a demitir depois de terem sido acusadas de terem feito avanços sexuais a residentes dos abrigos.

Num outro abrigo uma antiga funcionária disse-me como uma residente lésbica frequentemente acompanhava as raparigas menores para os seus quartos. Quando a gerência do abrigo foi notificada da actividade suspeita, ela acusou-os de terem "preconceito." Noutra ocasião, uma enojada residente queixou-se à mesma gerência da actividade sexual inapropriada que ocorria em frente aos seus filhos. A gerência disse-lhe para se animar e buscar alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford foi apanhada numa relação fisicamente abusiva. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar semanalmente o grupo de apoio dirigido pelo "YWCA Resolve Family Abuse Program" local. Por diversas vezes, Crawford viu-se forçada a ter conversas com a directora da "West Virginia Coalition Against Domestic Violence."

Inicialmente, os seus avanços consistiam apenas em elogios efusivos, seguidos depois por abraços demorados. Foi então que um dia Crawford reparou que a directora estava a acariciar as suas costas. Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha qualquer tipo de interesse nos seus avanços [sexuais]. Pouco depois disto, Crawford passou a ser evitada.

Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio projecto de aconselhamento, ela continuou a ser banida.

Em Houston, a "Bay Area Turning Point" patrocina festas para residentes de abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado. Médicos locais e advogados são convidados para tais eventos. Uma mulher engravidou durante o tempo em que esteve num desses abrigos, alegadamente depois duma dessas festas.

Bobbi Bacha da "Blue Moon Investigations" levanta a questão se tais eventos são apropriados para mulheres que se encontram em recuperação de relacionamentos abusivos, e teme que as mulheres estejam a ser "preparadas" para a prostituição.

Uma mulher que passou algum tempo em dois abrigos revela de forma corajosa que "muitas funcionárias dos abrigos são lésbicas." Uma táctica de engate levada a cabo pelas funcionárias dos abrigos é acariciar gentilmente a palma da mão das residentes, como se estivesse a acalmar a sua dor. A mulher afirma claramente que "Se tu te tornas namorada dela, serás bem tratada. Eu estava 100% certa disso."

Convém ressalvar que muitas mulheres que trabalham nestes abrigos acreditam que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legal, e como tal, quem é que pode criticar estas mulheres por praticarem o que pregam?

Existe também a violação digital duma menina de 4 anos (por parte duma rapariga mais velha) em "Another Way" - Lake City, Fla. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, quando as duas meninas foram apanhadas, "a menina de 5 anos disse que a menina de 9 anos tinha inserido o(s) seu(s) dedo(s) dentro das suas áreas privadas (vagina) e 'bricando' com ela."

Eu reportei este incidente na minha coluna do dia 22 de Julho, notando que a "Florida Coalition Against Domestic Violence" não tinha ainda dito nada se tinha planos para investigar o incidente. Passadas que estão seis semanas, não temos qualquer resposta por parte da "Florida Coalition.". Isto é inconcebível.. Talvez se alguém contactar a directora da FCAD, Tiffany Carr, para o número de telefone 1-850-425-2749, e exibir alguma acção, começaremos a dar fim à exploração sexual de mulheres e meninas nos abrigos para as mulheres vítimas de abuso.

© Carey Roberts.

sábado, 25 de agosto de 2012

Inclusão de transsexual em evento feminino irrita mulheres


A organização do concurso Miss Bumbum 2012 manteve a candidatura de Amanda Sampaio, 28, que é transsexual.

Nesta Quinta-Feira (23), um grupo de mulheres organizou um protesto em Salvador pedindo a anulação da candidatura de Amanda, que representa a Bahia.

Elas carregavam a faixa: "Organizadores do Miss Bumbum: Na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transsexual".

"Em relação ao protesto, a organização do concurso informa que a escolha da participante seguiu todos os critérios do regulamento do concurso" disse, em nota.

"Amanda fez a cirurgia de troca de sexo há cinco anos e todos os seus documentos compravam que ela [sic] é do sexo feminino."

A candidata [sic] teve a ideia de participar do Miss Bumbum Brasil 2012 depois que a [sic] transsexual Jenna Talackova participou do concurso Miss Universo no Canadá, de acordo com a organização do concurso.

A participação da [sic] transsexual não agradou as vencedoras do ano passado. Elas consideraram a concorrência "desleal".

Ao "F5", Amanda disse que não vê vantagem em ser transsexual: "Eu acho que a gente não tem nenhuma vantagem. Celulite depende da pessoa, qualquer um pode ter", disse. "Mulher tem celulite porque não se cuida."


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Sempre bom ver "grupos protegidos" em guerra aberta. O dado mais revelador deste incidente foram alguns dos comentários deixados pelas mulheres:

Renata Bianchi*
(15h53) há 22 horas


O verdadeiro protesto seria um movimento contrário: Todas as mulheres se retirarem do concurso e deixarem esse Transsexual sozinho.
Boa ideia. Agora é só uma questão de convocar as organizações feministas locais - que supostamente "defendem as mulheres" - e mobilizá-las para tal propósito. Boa sorte!
Maria Vasconcelo
(15h51)


A pérola "Amanda fez a cirurgia de troca de sex0 há cinco anos e todos os seus documentos compravam que ela é do sex0 feminino." Kkakakakaka... Gente, quem o tal de "ARMANDO e a F0LHA" pensa enganar?? Só se for a eles mesmos.

Não adianta o sujeito cortar o bingolin, seus cromossomos são e continuará sendo XY (Cromossomos XX são meninas e XY são meninos).

Isso aí é uma BICH0NA quer queira ou não. Só nós "XX" somos MULHERES, o resto é pervertidos querendo tomar nosso lugar. Comigo não violão!!!

Tal como os conservadores afirmam há anos e anos. Por mais que um homem corte o órgão sexual e use silicone para "criar" algo parecido ao órgão sexual da mulher, ou uma mulher passe a ter algo parecido a um órgão sexual masculino, nenhum dos dois deixará de ser o que era à nascença. Se nascemos macho, vamos morrer macho; se alguém nasce fêmea, vai morrer fêmea.

Isto é uma coisa que algumas pessoas parecem ter dificuldade em aceitar: o órgão sexual é apenas UMA das MUITAS características associadas aos cromossomas XX ou XY. Cortar partes do corpo do homem não o fazem menos homem, da mesma forma que cortar a juba do leão não o fazem menos macho. Claro que quem promove estas ideologias sabe disso. Só os idiotas úteis que subscrevem à propaganda esquerdista é que acreditam mesmo que é possível um homem passar a ser uma mulher, e vice-versa.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Espancado por recusar avanços sexuais de um homossexual

Um soldador de 42 anos foi vítima de espancamento na madrugada de Domingo passado, 19 de Agosto, depois de rejeitar uma proposta para um programa homossexual. Ele contou à Polícia Militar que estava alcoolizado quando encontrou o homem que lhe ofereceu R$150 para que mantivesse relações sexuais com ele. O soldador até chegou a aceitar, mas depois desistiu. Indignado, o homossexual que fez a proposta deu socos e chutes na vítima.

O caso aconteceu na avenida Cristina Gazire, altura do bairro Juca Rosa. O soldador contou que o agressor, de porte avantajado, parecia ter cerca de 35 anos. Segundo ele, o autor aproveitou de seu estado alcoolizado para seduzi-lo para o programa. O soldador chegou a ir a um matagal antes de desistir no meio do caminho.

O homossexual ficou irritado e desferiu socos e chutes no peito e no rosto do soldador. A vítima sofreu cortes no nariz e nos lábios, além de ter um dente quebrado. Ele foi atendido pelo Samu e levado ao Pronto Socorro Municipal de Itabira, onde permaneceu sob cuidados médicos por causa de uma suspeita de fratura na face.

Após as agressões, o autor fugiu a pé. Policiais militares de Itabira fizeram rastreamento pelas imediações do local do crime, mas não encontraram suspeitos com as características descritas pela vítima.

sábado, 18 de agosto de 2012

Rússia sem "orgulho" durante os próximos 100 anos.

O Tribunal Supremo de Moscovo não volta atrás. A celebração do orgulho gay na capital russa está proibido nos próximos 100 anos, repetiu o tribunal municipal nesta sexta-feira, após o recurso interposto pelo defensor dos direitos dos homossexuais, Nikolai Alexeyev.

Apesar de “ilegal e injusta”, a decisão “não é uma surpresa, os tribunais russos raramente falam dos direito dos gays e lésbicas”, reagiu Alexeyev numa entrevista ao El País, garantindo que vai recorrer da decisão.

O activista tinha solicitado autorização para a realização de 102 manifestações para celebrar o orgulho gay, até 2112. O tribunal respondeu proibindo-as pelos mesmos 100 anos.

Entre 2006 e 2008, as petições do jornalista e advogado já tinham chegado à justiça europeia, depois de a Câmara de Moscovo ter proibido as manifestações, alegando perigo de desordem pública. Em Estrasburgo, Nikolai Alexeyev falou de uma violação ao direito da liberdade de reunião, consagrado no artigo 11 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

A história terminou com as autoridades russas a indemnizar o activista com 12 mil euros (mais 17.510 de despesas). Mas agora o objectivo é outro, garante Nikolai Alexeyev: “Queremos que se garanta que podemos celebrar o orgulho gay no futuro.

Fonte

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O Bloco de Esquerda quer contaminar o país?

Notícia vista aqui.

No passado mês de Junho, a partir de um caso concreto de discriminação de um homossexual na doação de sangue, o Bloco de Esquerda questionou o Governo através do ministério da Saúde, perguntando se tinha conhecimento da situação exposta; que medidas foram desencadeadas pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) - Instituto Público (IP) para implementar o disposto na Resolução da Assembleia da República nº 39/2010, publicada a 7 de maio de 2010 e quantas dádivas foram recusadas nos anos de 2010, 2011 e 2012 tendo como motivo a orientação sexual.

Segundo o site do jornal “Público”, a resposta chegou esta semana. O Ministério da Saúde diz que foi retirada do questionário entregue aos candidatos a dador a pergunta: "Sendo homem, teve contacto sexual com outro homem?", após a aprovação da recomendação da Assembleia da República. Mas argumenta a favor da discriminação, dizendo que há entidades, uma europeia e outra norte-americana, que sugerem questões semelhantes e lembra que um grande número de países não permitem que os homossexuais dêem sangue e evita comentar o caso denunciado pelo grupo parlamentar do Bloco, afirmando: "Não foram, portanto, recusadas quaisquer dádivas devido à orientação sexual, mas sim ao risco acrescido de transmissão de infecções.

Em declarações ao “Público”, o dirigente do Bloco de Esquerda José Soeiro afirma:

"O Governo em vez de dizer que vai averiguar e fiscalizar se está a haver discriminação, o que faz é argumentar em favor do que o Parlamento considerou que era discriminatório”. E lembra que a Assembleia da República aprovou em 2010, por proposta do Bloco, uma resolução que recomendava ao Governo “a adopção de medidas que visem combater a actual discriminação dos homossexuais e bissexuais nos serviços de recolha de sangue”.

O presidente do IPST, Hélder Trindade, em declarações ao “Público” negando que haja discriminação, acaba por justificar o acto discriminatório denunciado pelo Bloco e por defender a discriminação ao afirmar, segundo o jornal, que a selecção dos dadores releva os estudos científicos que indicam que o sexo entre homens constitui um factor de risco acrescido na transmissão de infecções.

José Soeiro esclarece que os estudos existentes, apontam para o aumento do risco na prática de sexo anal desprotegido, que aumenta o risco de contágio de infecções (por haver frequentemente pequenos ferimentos durante o acto), tanto quando é praticado por homossexuais como por heterossexuais. E põe a alternativa: "Porque não se pergunta: "Fez sexo anal? Usou preservativo?", reafirmando que "a ideia de que a homossexualidade em si mesmo é um comportamento de risco tem de ser combatida". [Então ele que o faça através da Medicina e não através da pressão política.]

Ouvido pelo “Público”, Fernando Araújo, director do serviço de sangue no Hospital de São João, no Porto, diz que é "mais favorável a uma avaliação dos comportamentos de risco do que da orientação sexual" e lembra que há estudos que mostram que a proibição de os homossexuais doarem sangue pode ter o efeito perverso de estes mentirem sobre as suas práticas sexuais.

É escusado tentar mostrar aos esquerdistas o que a Medicina diz do comportamento homossexualista, e como tal, faço minha a sugestão de Jair Bolsonaro; todos os hospitais deveriam ter dois conjuntos de sangue: sangue de heterossexuais e sangue de sodomitas e lésbicas.

Todas as pessoas que aceitam a doação de sangue por parte de sodomitas deveriam ser obrigadas a aceitar o sangue doado pelos mesmos - em nome da "não-discriminação" que eles querem impor no resto da sociedade. (Não só eles, mas os seus filhos menores).

Das duas uma: ou eles fogem dessa irresponsabilidade mais depressa do que alguém consegue dizer "gulag" (e acaba-se logo com esta supremacia da ideologia esquerdista sobre a Medicina,) ou os esquerdistas são todos contaminados e o seu número vai-se reduzindo gradualmente.

De qualquer das formas, o resto do país agradece. Em nome da não-discriminação, obviamente.


O primeiro divórcio gay da história da humanidade

A jovem mulher deu o último suspiro na cama rodeada dos seres queridos e morreu.
A mãe chorava inconsolavelmente. Alguns amigos também choravam, outros cochichavam entre eles.
O corpo debilitado da jovem mulher, agora inerte, não resistiu às infecções oportunistas e entrou em colapso geral.
Esta é uma cena muito comum em alguns hospitais, onde milhares de pacientes de AIDS lutam para sobreviver e acabam morrendo sem glória nem honra.
Não era o caso dessa moça jovem. Morreu honrada e glorificada pela imprensa nacional, pelos grupos de direitos humanos, pela toda-poderosa média televisiva, pela Internet, por muitos artistas, pelos travestis e por todos os que participam, apoiam ou simpatizam com a causa gay.
Ela era a primeira divorciada dum “casamento” gay no mundo. Uma dupla vitória segundo o olhar dos progressistas. Ela tinha se casado em cartório com outra mulher, e depois de aguentar inúmeras infidelidades conjugais e violência doméstica, se divorciou, tornando-se a primeira divorciada de “casamento” gay do planeta. Ela tinha 34 anos apenas.
A mídia fala pouco das doenças sexualmente transmissíveis entre lésbicas. Aliás, a mídia quase não fala dos problemas de saúde dos homossexuais, fazendo de conta que as doenças não existem. O quadro muda quando conversamos com os médicos, a enfermagem, os assistentes sociais, os padres e os pastores que atendem aos doentes. Mas ninguém faz marketing do que estes heróis anónimos sabem.
Desde a adolescência, esta mulher sofreu várias infecções sexualmente transmissíveis sem ser uma prostituta. Era apenas uma jovem lésbica segundo o padrão das telenovelas e dos filmes brasileiros: uma lésbica normal.
Ela teve clamídia, herpes e gonorreia varias vezes.
Com o sistema imunológico enfraquecido, pegou HIV de alguma maneira que as estatísticas insistem em ignorar, e depois de muita luta, morreu com o nome publicado em todos os jornais nacionais e internacionais. Fizeram dela uma nova Joana d'Arc, uma invenção maluca dos marqueteiros que conseguiram associar a pequena pastora de Domrémy com a primeira lésbica divorciada do mundo, não sei como. E as massas, como quase sempre, acreditaram.
Não é novidade o que aconteceu na sociedade por causa da sua morte: missas, minutos de silêncio, passeatas solidárias e palestras recordavam a jovem mártir, a primeira divorciada lésbica do planeta, uma brasileira.
Mais uma ONG foi criada, para apoiar as vítimas da violência doméstica nos matrimónios gay. É dizer, nada mudou depois da legalização. Para dizer verdade, o orçamento público ficou mais caro para pagar as novas delegacias especializadas em violência doméstica gay. O número de divórcios gays aumentou consideravelmente depois do caso de nossa nova heroína.
Depois de “desencarnar”, como dizem alguns brasileiros, ela entrou num túnel escuro, sem sentir as constantes dores vaginais por causa da clamídia nem as terríveis enxaquecas pela febre alta da AIDS.
Ela se surpreendeu ao perceber que continuava com vida consciente depois de morrer.
Ela caminhou no famoso túnel escuro sentindo um som grave, compassado, como o da batida rítmica da música duma discoteca. Punch-punch-punch!
À medida que ela caminhava em direcção à luz no fim do túnel, o som “disco” era mais intenso, ressoando no chão e nas paredes. Era muito semelhante ao som que se ouve na entrada das boates que frequentava na região próxima à avenida Paulista.
O som rítmico e grave de balada lhe deu certa tranquilidade. Sorriu e pensou “deve ser o Paraíso gay, uma eterna balada ao som da música electrónica. Nada mal!
A luz no fim do túnel mudava de tons em fagulhas azuis, fúcias e vermelhas que se alternavam, como as luzes “laser” das boates. “Que bom!” ela disse para si mesma. E andou mais rapidamente para entrar logo na festa enquanto ouvia certa gritaria que lembrava as vozes festivas das pistas de dança. Se sentiu animada e pensou: “Olha só! Se soubesse que era assim, teria vindo antes!” sentindo aquele entusiasmo que invadia seu coração indo para as baladas da cidade.
À medida que ela caminhava, o volume da batida grave era mais intensa e as os feixes das luzes eram mais brilhantes.
De repente, aparece a silhueta de um homem vestido de preto, parado no fim do túnel. “Deve ser o leão de chacra” pensou ela, recordando aqueles porteiros vestidos de preto que ficam parados nas portas de entrada das baladas, para seleccionar o público que desejava entrar na boite.
Ela nunca foi barrada nas baladas. Ela vestia a roupa da moda, os decotes exagerados, as mini-saias, o cabelo arrumado. Ela não era o tipo de lésbica masculinizada. O visual de modelo sexy sempre lhe garantia o acesso nas melhores baladas da cidade. Não seria agora que seria barrada nesta grande balada eterna! “Eu mereço” disse para si mesma pronta para enfrentar orgulhosa o guardião da porta.
E não foi barrada.
Assim ela que se aproximou do porteiro, vieram outros três guardiões vestidos de preto, e os quatro a seguraram pelas pernas e os braços. Ela não conseguiu se safar deles e logo percebeu que algo estava errado.
Como naquela brincadeira de lançar a pessoa na piscina, os quatro guardas de preto, rindo às gargalhadas, a seguraram fortemente, balançando-a e arremessando-a longe, para o centro daquele imenso salão.
Ela voou e caiu dando um alarido, que se perdeu no som ensurdecedor daquele lugar.
O som grave das batidas não era de música. Era o som dos corações múltiplos de uns vermes gigantes que nunca morrem, entrelaçados numa infinidade de corpos humanos lançados naquele lugar. Era uma sopa macabra de vermes e gente.
As luzes psicadélicas eram das chamas que flamejavam vindas de baixo dos vermes. As faíscas e as explosões eram por causa dos corpos humanos que inexplicavelmente continuavam vivos e que nunca se terminavam de consumir num fogo que nunca cessava.
Os quatro guardiões vestidos de preto não eram homens. Eram demónios, aqueles cuja existência ela sempre havia negado durante sua vida mortal. Agora era tarde reconhecer que tudo aquilo que a Bíblia dizia era verdade.
Na superfície da terra, as igrejas fechavam as portas por falta de crentes. Os congressos dos países do mundo festejavam as novas leis que mergulhavam a humanidade numa era de confusão sem precedentes na história da humanidade.
O Céu chorou por mais uma alma perdida. Deus tinha planos melhores para ela. Infelizmente ela ignorou o Criador.
Jesus Cristo disse:
“Mas qualquer que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e que fosse lançado no mar. E se a tua mão te fizer tropeçar, corta-a; melhor é entrares na vida aleijado, do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga. [onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.]

Ou, se o teu pé te fizer tropeçar, corta-o; melhor é entrares coxo na vida, do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno. [onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.]

Ou, se o teu olho te fizer tropeçar, lança-o fora; melhor é entrares no reino de Deus com um só olho, do que, tendo dois olhos, seres lançado no inferno. onde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga. Porque cada um será salgado com fogo.

Bom é o sal; mas, se o sal se tornar insípido, com que o haveis de temperar? Tende sal em vós mesmos, e guardai a paz uns com os outros. Marcos 9:42-50.

(Este conto é ficção. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Os factos relatados não aconteceram e são fruto de licença literária).

sábado, 11 de agosto de 2012

Mais um activista homossexual que mente e diz ter sido vítima de "crime de ódio"

Jovem homossexualista que alegou ter sido espancado no que seria qualificado de "crime de ódio" apareceu no tribunal e admitiu ter inventado todo o incidente.

A história de Joseph Baken propagou-se de Missoula, Montana, por todo o país quando uma foto do seu rosto ensanguentado causou comoção pela internet.

Agora, e depois de ter emergido um vídeo onde se vê ele a tentar um salto mortal, e a falhar, ele declarou ter inventado a história toda.

Scott Brodie, oficial da polícia, disse que a decisão de apresentar queixas foi parcialmente motivada pelo clima de medo e ressentimento gerado pelas suas alegações.

Segundo se sabe, as mesmas organizações e sites "anti-homofobia" estão a criticar Baken, alegando que ele minimizou um assunto que é extremamente sério para muitos que são vítimas genuínas de crimes de ódio.

Fonte

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Os culpados por incidentes como este são os restantes membros da sociedade uma vez que estes recusam-se a viver segundo as expectativas "homofóbicas" dos activistas homossexualistas. Se o resto da sociedade começasse a levar a cabo o tipo de incidentes dos quais depende a retórica homossexualista, eles, coitados, não se veriam na necessidade de mentir e inventar actos de "crimes de ódio" que manifestamente tardam em se materializar.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Homens homossexuais são 18 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV

Apesar das amplamente documentadas evidências médicas que demonstram como a SIDA está a crescer de modo exponencial entre os homossexuais - devido aos riscos envolvidos nos seus comportamentos - a popular revista médica Lancet declara que "a homofobia é o motor" por trás da crescente epidemia. Como solução para a redução das infecções de SIDA entre os homossexuais, a revista médica não apela a mudanças comportamentais entre os homossexuais, mas sim a uma maior descriminalização do comportamento homossexual, e remoção de qualquer estigma associado ao homossexualismo.

Numa série de artigos com o nome de “HIV in Men Who Have Sex with Men[Homens com HIV Que Fazem Sexo Com Outros Homens], Lancet mergulha nos problemas genéticos em tornos da pandemia entre os homossexuais, analisando os riscos biológicos, comportamentais e estruturais que afectam os homens que fazem sexo com outros homens. A série de artigos foi apresentada num simpósio durante a conferência "AIDS 2012" realizada em Washington, apresentada pelo Professor Chris Beyrer da "Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health".

Os resultados são contraditórios uma vez que, por um lado, os artigos concluem que o problema é a "homofobia", mas as evidência dos artigos demonstram que o problema está no comportamento homossexual em si. De facto, quando comparados com o resto da população, os homossexuais são 18 vezes mais susceptíveis de ficarem infectados com o HIV.

Paralelamente a isto, os artigos detalham a forma como o estilo de vida homossexual está intimamente correlacionado com uma miríade de outras doenças sexualmente transmitidas (DST) e outros comportamentos de risco (incluindo o uso de substâncias e a depressão).

Foi feito um grande avanço na redução da propagação do HIV, especialmente no mundo desenvolvido, mas as novas infecções ocorrem predominantemente entre os homens que fazem sexo com outros homens (HSH). Segundo um artigo, o risco dum homem que faz sexo com o outro homem encontra-se na ordem dos 1,4%.

Os artigos da Lancet ressalvam os factores conhecidos que fazem parte do problema. Uma complicação enorme é o risco biológico associado ao sexo anal uma vez que o HIV é um virus "gut-tropic" Um segundo risco é o facto dos HSH possuirem aquilo que os peritos de saúde identificam como "versatilidade do papel sexual", isto é, a habilidade de serem tanto o parceiro receptivo como o parceiro activo.

Um risco adicional é a propensão dos homossexuais em levar estilos de vida claramente promíscuos que os expõe a riscos adicionais.

Estes 3 factores combinam de modo a aumentar a velocidade e a eficácia com que o HIV continua a propagar-se entre os HSH. Os riscos biológicos e comportamentais são tão elevados que, mesmo se os homossexuais activos recebessem a melhor assistência médica disponível actualmente, as taxas de infecção cairiam apenas 25% durante os próximos 10 anos.

A novidade nesta série de artigos é o foco que foi dado a noções não-médicas e não-científicas como a "homofobia". Os peritos de saúde alegam que a "homofobia" é o factor que impulsiona o HIV entre os HSH - especialmente os HSH negros. Mas embora os peritos citem dados demonstrando como as leis e a cultura podem ser barreiras para o acesso à informação e aos serviços em torno do HIV, não há qualquer tipo de dado que demonstre como é que a expansão de direitos especiais a grupos de pessoas, tendo como base as suas preferências sexuais e identificativas, tenham tido qualquer efeito nas taxas de infecção ou na saúde como um todo.

Mesmo assim, os peritos afirmam que o estigma e a discriminação que provém das leis, da cultura, da "masculinidade hegemónica" e especialmente das tradições religiosas, estão a matar os homens que fazem sexo com outros homens.

Fonte

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Portanto, segundo estes cientistas médicos, o que leva a que os HSH mergulhem numa vida de depravação e excessos sexuais não é o facto deles fazerem essa escolha voluntária e retirarem gratificação sexual [efémera] dela, mas sim o "facto" da maior parte da sociedade, especialmente os "religiosos", não concordarem com o homossexualismo.

O Carlos é um homossexual assumido em busca de emprego em Lisboa. Um dia ele vê um anuncio no jornal, e dirige-se para local das entrevistas para tentar a sua sorte. Quando ele chega ao local, a pessoa responsável pelas entrevistas olha para ele de alto a baixo e apercebe-se que o Carlos é homossexual. O responsável diz-lhe, então, que a vaga para o emprego "já está preenchida" e que ele "se pode ir embora". Enquanto Carlos sai das instalações, mas repara que outras pessoas a chegam e ficam para as entrevistas.

Furioso, Carlos não se dirige ao responsável pelas entrevistas para exigir explicações, nem se dirige à polícia para reportar discriminação, e nem se dirige ao Ministério do Trabalho para expor o seu caso. Não. Ele espera que a noite caia para se dirigir a uma festa gay, para a qual ela havia sido convidado, onde ele tem sexo com vários homens desconhecidos, e onde, infelizmente, contrai o HIV.

O que os médicos do Lancet estão a afirmar é que a escolha voluntária de Carlos em ter sexo com vários homens potencialmente infectados é consequência de ele ter sido rejeitado por ser homossexual. Mas isto é ridículo, como qualquer pessoa consegue ver. Mesmo que ele tenha sido vítima de genuína discriminação, a mesma não justifica a sua imersão numa vida sexualmente perigosa e auto-destrutiva.

Isto é a mesma coisa que dizer que se um homem duma minoria étnica for rejeitado dum emprego por ser dessa minoria, e mais tarde, se envolver sexualmente com prostitutas, contraindo alguma DST, os "culpados" dele ter contraído essa DST são as pessoas que o discriminaram e não o indivíduo que escolheu ter sexo com pessoas potencialmente infectadas.

Os motivos por trás das conclusões não-científicas destes médicos são sobejamente conhecidas por parte de quem acompanha a engenharia social que o esquerdismo está a forçar no ocidente. De modo mais ou menos geral, as instituições que produzem cultura, bem os grandes centros de conhecimento, estão sob o controle da esquerda militante, e como tal, é importante para eles 1) validar as escolhas dos "grupos protegidos" e 2) atacar a base moral dos adversários ideológicos.

Ao afirmarem que o que causa o aumento das taxas de infecção entre os HSH é a "homofobia" e, principalmente, a atitude dos "religiosos", estes médicos validam o homossexualismo ao mesmo tempo que dão algum tipo de munição pseudo-científica a quem queira criticar a base moral por trás do movimento conservador: a Bíblia.

Desenganem-se todos aqueles que pensam que quando os médicos afirmam coisas como "as tradições religiosas" eles têm em mente algo mais que o Cristianismo. O seu ódio e a sua aversão começa e acaba no Cristianismo - especialmente na Igreja Católica (a instituição ocidental mais odiada pelo esquerdismo).

sábado, 4 de agosto de 2012

Pastelaria que se recusou a preparar bolo homossexual floresce

O dono da pastelaria de Lakewood, Colorado, que se recusou a preparar um bolo para uma dupla homossexual, afirmou que o seu negócio cresceu mais do dobro. Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, disse aos órgãos de informação locais que esta não foi a primeira vez que se recusou a preparar bolos para "casamentos" homossexuais, mas que esta era a primeira vez que a sua posição Cristã era objecto de tanta atenção mediática e de algumas ameaças de morte.

A situação desenvolveu-se no dia 19 de Julho quando dois homossexuais entraram na sua loja e afirmaram que se iriam "casar" em Massachusetts e como tal, queriam encomendar um bolo para a sua recepção no Colorado. Quando Phillips se recusou, um dos homossexuais, Dave Mullins (28 anos), alegadamente disse "Vai-te f***r, tu e a tua loja homofóbica" e fez um gesto obsceno ao dono da loja antes de sair.

Segundo o Huffington Post, foi iniciada uma petição online em apoio da dupla homossexual e a mesma "atraiu mais de 400 assinaturas". Ao mesmo tempo, a página do Facebook "Boycott Masterpiece Bakeshop, conta actualmente com 200 membros."

Phillips disse que a publicidade aumentou o negócio, e alguns clientes dirigem-se à sua loja PRECISAMENTE por ele se firmar na sua defesa do casamento natural. Phillips disse ainda que não é "homofóbico" (isto é, não tem um medo irracional de homossexuais) e que não se recusa a servir a pessoas com base na sua orientação sexual. No entanto, diz Phillips, ele tem que estabelecer limites no que toca o "casamento" homossexual.

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Tal como Phillips, toda a civilização tem que estabelecer limites quando se trata de instituições fundamentais para a sobrevivência da sociedade. Note-se que Phillips não rejeitou os homossexuais mas sim o propósito para o qual o bolo seria feito - isto é, celebração dum evento que contradiz as suas convicções religiosas. Se os mesmos dois homossexuais pedissem um bolo para celebrar o aniversário dum deles, Phillips não teria problemas em confeccioná-lo.

Rejeitar os comportamentos não significa rejeitar a pessoa. Se há pessoas que são a favor da sodomia, muitas outras há que são contra. O que se passa é que os que são a favor querem criminalizar aqueles que são contra só porque eles são contra. Isto é uma ditadura do pensamento, e como tal não só a mesma não deve ter lugar algum no discurso adulto, como quem a defende deve ser exposto como um totalitário intolerante, falsamente em favor da "liberdade" e "tolerância".

Muitas vezes a virtude é recompensa suficiente, mas outras vezes é apenas parte da recompensa. Nunca é bom receber ameaças de morte, mas há sempre um preço a pagar quando se está do lado da verdade. Os activistas fizeram a sua escolha. É a vez dos Cristãos fazerem a sua. Jack Phillips já fez a dele.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mudança é possível: ex-travesti se torna pastor

Joide Miranda comenta que homossexualidade pode ser desaprendida. Ele se assumiu gay aos 14 anos, mas aos 26 deixou a vida de travesti.

Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser normal, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). “A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida”, diz o pastor.
Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)
O trabalho da associação tem a hostilidade do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que optou por uma opinião de mão única: seus profissionais são livres para apoiar a agenda gay e oferecer condicionamento para que homens e mulheres permaneçam no homossexualismo, mas são proibidos de ajudar os que querem voluntariamente deixar esse estilo de vida.
Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora dá testemunho de sua restauração, diz que o trabalho que desenvolve busca a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. “Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência”, afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.
Joide morou em vários países, entre eles na França
(Foto: Arquivo pessoal)
Joide Miranda explica que hoje a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais já o procuraram, sendo que, segundo ele, os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e insatisfação. “Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor”, contou o pastor que mora em Cuiabá com a família.
Um dos pilares da associação é a estruturação familiar. Para o pastor, que hoje tem 47 anos, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade, tanto que diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos de modo que atuem de forma preventiva. “Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade é os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças”, enfatizou ao relatar que sofreu abuso aos seis anos por um vizinho.
Além dos próprios homossexuais, Joide disse receber inúmeros telefonemas de mães que encontram-se desesperadas pela opção sexual dos filhos e muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que após muita insistência conseguiu que ele fosse a igreja. Antes disso, ele morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía. Ele conta que a maioria dos travestis se prostitue pela tentação de se ganhar dinheiro fácil.
O casamento de Joide só foi possível graças à obra de restauração do Evangelho em sua vida. (Foto: Arquivo pessoal)
Ele cita dois casos de ex-homossexuais que deixaram o estado da homossexualidade, depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles mora na França, morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.
Outro é o de um ex-travesti do Maranhão, que colocou até silicone nos lábios, e agora é missionário de uma igreja evangélica. “Quando a pessoa resolve mudar o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos”, explica.

Casamento

No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. Ela não tem receio de dizer que se casou com um homem e que nunca duvidou da mudança do marido. “Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais”, frisou.
Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. “Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas”.
Os dois afirmaram que o casamento não pode servir de fuga para os que querem deixar a homossexualidade. Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. “Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia”, recorda Joide ao testemunhar que hoje está realizado com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.
Ele conta a homossexualidade está na mente e, por isso, a restauração é sempre possível.”Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada”, afirma.
Em Jesus Cristo, ele encontrou restauração para o trauma que o conduziu à homossexualidade.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Eles podem dizer estas piadas

Como ambos são sodomitas, este tipo de piadas não são levadas a mal. No entanto, se um homem com sexualidade normal diz exactamente o mesmo tipo de piada, ele é qualificado de "homofóbico".

A dualidade de critérios é gritante.


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