terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O racismo dos activistas homossexuais

O Arcebispo John Sentamu é um dos mais altos líderes da Igreja de Inglaterra. Um teólogo erudito com um doutoramento e um apaixonado defensor dos direitos humanos, ele é também negro. Quando activistas homossexuais enraivecidos decidiram atacá-lo por ele defender que o casamento é entre um homem e uma mulher isso, enviaram-lhe e-mails abusivos e ameaças de morte que incluiam insultos racistas.

Dito de outra forma, um negro deu a sua opinião sobre o que é um casamento, e os defensores da tolerância agiram de forma intolerante, enviando-lhe mensagens de ódio e preconceito. Actos como este demonstram graficamente o que é o activismo homossexual.

Alguns dos e-mails enviados eram tão maus que a polícia teve que investigá-los sob suspeitas de serem "crimes de ódio". Os activistas homossexuais qualificaram Sentamu de "cão nojento", "negro estúpido e mal cheiroso" e "gorila de batina".

Muitos dos e-mails continham palavras de ordem, exigindo que ele saísse da Grã-Bretanha ao mesmo tempo que outros diziam que ele se calasse antes que tivesse a sua cabeça esmagada. Uma das mensagens dizia que as suas qualificações não tinham qualquer tipo de valor uma vez que elas vinham do Uganda.

Lembre-se disto da próxima vez que um gayzista afirmar que a "opressão" dos homossexuais é análoga à opressão que os negros sofreram no passado.

O Dr Sentamu disse ainda:

O casamento é um relacionamento entre um homem e uma mulher. Não creio seja incumbência do Estado definir o que é o casamento uma vez que a mesma está plenamente definida na tradição e na História, e ninguém a pode mudar dum dia para o outro - por mais poderosa que se seja.  

Fontes:

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A história dum deficiente morto por activistas homossexuais

Harry Hammond era um reformado de 69 anos que vivia em Bournemouth, a sul da costa da Inglaterra. Para além de sofrer de síndrome de Asperger, uma espécie de autismo que dificultava a sua comunicação, Harry era tímido, gentil e um excelente vizinho. Para além de fazer trabalho voluntário desde que se havia reformado, Harry era um Cristão fervoroso. 

Durante os fins de semana, ele participava em campanhas evangelísticas nas zonas mais importantes da área onde vivia - oferencendo panfletos cristãos às pessoas que passavam.

Num certo dia, um grupo de homossexuais viu o que ele fazia, e decidiu por término às suas actividades. Num Sábado de Outubro de 2011, eles organizaram um grupo de simpatizantes homossexuais que se aproximou e confrontou Harry Hammond. Por esta altura, ele encontrava-se a pregar a Palavra e a exibir um placard que dizia "Jesus dá paz, Jesus Vive, Fim à Imoralidade, Fim ao Homossexualismo, Fim ao Lesbianismo, Jesus é o Senhor".

De repente, Harry viu-se rodeado por uma turba de cerca de 30 activistas homossexuais. Não felizes em ridicularizá-lo e intimidá-lo, os activistas homossexuais rasgaram o seu sinal e atiraram-no (ao sr Harry) ao chão. Então eles mantiveram-no no chão enquanto atiravam lama e água para cima dele.

As pessoas que passavam por perto ficaram chocadas com o que viram, e como tal chamaram a polícia. Dois agentes chegaram ao local do ataque, e as pessoas que os haviam chamado pensaram que os activistas homossexuais seriam presos. O que aconteceu foi que os homossexuais exigiram que a polícia prende-se Harry Hammond por "discurso de ódio".

Depois de alguns desentendimentos, os activistas homossexuais conseguiram o que queriam e Harry foi preso (quando deveriam ter sido eles a ir para a prisão). Harry foi levado para a estação policial onde o seu autismo dificultou a sua comunicação quando ele tentava defender-se e descrever o que havia acontecido. Ele estava em choque, e havia sofrido concussões, cortes, contusões, para além de ter partido algumas costelas.

Ele foi acusado e sentenciado segundo a Public Order Act 1986. No tribunal, o Juíz determinou que ele era culpado, e multou-o com £300 mais £395 para as despesa. Harry foi então levado para o hospital, onde veio a falecer no dia seguinte devido às lesões físicas.

Os assassinos partiram livres e até hoje ninguém os acusou de nada. Nenhum dos activistas homossexuais foi alguma vez nomeado pelo tribunal.

Harry Hammond foi justificadamente qualificado de "Mártir" e sem dúvida alguma, ele foi vítima do bullying homossexual, o bullying politicamente correcto.

Fontes:   
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sábado, 23 de fevereiro de 2013

A inconstitucionalidade das leis contra o bestialismo

Um homem da Flórida, acusado de ter tido intimidade sexual com um burro pequeno que se encontrava ao seu cuidado, alega que as leis estaduais que o proibem de ter sexo com animais são uma "violação" dos seus "direitos constitucionais".

Carlos R. Romero, de 32 anos, foi preso no dia 14 de Setembro do ano passado e acusado de se engajar em actividade sexual envolvendo um animal, e de crueldade animal. A polícia alega que ele teve "relações sexuais" com um burro miniatura de 2 anos com o nome de Doodle, que se encontrava ao seu cuidado.

Mas antes do seu julgamento, os advogados de Romero deram entrada a uma moção que visava declarar as leis que proibem o sexo com animais como inconstitucionais.

Romero foi colocado sob custódia policial depois dele ter sido preso numa quinta em Ocala, onde ele trabalha, e depois de ter admitido que ele fica sexualmente excitado sempre que vê animais com cio e a acasalar.

* * * * * * *
Podem ler o resto da história nojenta aqui, mas aviso já que é horrível.

As perguntas problemáticas agora são: qual é o argumento contra o que ele alega? Se é permissível um homem "casar" com outro homem - porque o que conta é a "afectividade" e mais nada - porque não sexo com animais? Porque não o incesto?

A Caixa de Pandora que foi aberta com a normalização do homossexalismo é uma que vai ter efeitos devastadores no mundo ocidental - tal como era suposto. Devido a isto, quem se alinha contra o activismo homossexual, não o faz por ódio aos homossexuais, mas sim pelo amor à civilização e à ordem social.

Carlos Romero - Pioneiro sexual

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros"


Fonte

Um proeminente psiquiatra canadiano criticou as suposições que servem de base para o que foi classificado pelos críticos como o "Projecto da casa de banho" do governo federal canadiano - Bill C-279. Esta lei irá conferir aos assim-conhecidos homens e mulheres "transgéneros" protecção especial. O Dr. Joseph Berger emitiu uma declaração afirmando que, do ponto de vista médico e científico, não existe uma pessoa "transgénero", e que os termos tais como "expressão de género" e "identidade de género"  usadas na lei são, no mínimo, ambíguas, para além de serem mais apelos emocionais do que factos e declarações científicas.

Berger, que é um psiquiatra consultor em Toronto e cujas credenciais estabelecem-no como um perito na disciplina das doenças mentais, declarou que pessoas que se identificam como "transgéneros" são psicóticas ou simplesmente infelizes, e que a cirurgia acompanhada de terapia hormonal não são tratamentos apropriados para a psicose ou para a infelicidade. "Do ponto de vista científico, deixem-me exclarecer o que "transgénero" significa," afirmou o Dr. Berger. Ele acrescentou ainda:

Estou a falar duma perspectiva científica - e não duma posição lobbista que pode ser proposta por qualquer grupo, médico ou não-médico. "Transgéneros" são pessoas que alegam que são, ou gostariam de ser, membros do sexo que se encontra oposto àquele dentro do qual eles nasceram, ou àquele que o seu alinhamento cromossómico atesta. Por vezes, algumas destas pessoas alegam que são "mulheres presas num corpo de homem" ou, alternativamente, "um homem preso num corpo de mulher".

O tratamento médico para os delírios, as psicoses ou infelicidade emocional não é a cirurgia.

Por outro lado, se perguntarmos a estas pessoas para esclarecerem exactamente o que é que elas acreditam, isto é, se alguma das proposições listadas em cima se aplica a elas, e elas disseram que não se aplica, e que eles sabem que tal proposição não é verdadeira, mas que eles "sentem" que é, então cientificamente o que estamos a falar é de uma infelicidade acompanhada por um desejo.

Estas duas coisas levam a que algumas pessoas comecem a tomar hormonas que são predominantes no outro sexo, chegando mesmo a enveredar pela cirurgia cosmética como forma de os fazer "parecer" pessoas do sexo oposto.

Berger explicou que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Para além disso, o Dr. Berger declarou que os argumentos usados por aqueles que defendem o estabelecimento de direitos especiais para as pessoas confusas em relação ao seu género não possuem qualquer valor científico, sendo subjectivos e apelos amocionais sem qualquer base científica.

Já li o depoimento daqueles que querem conferir estes direitos especiais e não vi nada de valor científico por lá. São usadas palavras, tais como "espaço interior", que não têm qualquer base científica objectiva.

Isto são factos cientificos. Não parecem existir motivos médicos ou científicos para conferir direitos ou considerações especiais a pessoas que se encontram infelizes com o seu sexo, ou pessoas que têm o desejo de vestir roupas do sexo oposto. A assim conhecida "confusão" em torno da sua sexualidade que o adolescente ou o adulto têm é meramente psicológica.

Como psiquiatra, não vejo motivos para que as pessoas que se identificam desta forma tenham qualquer tipo de direito que o resto das pessoas do Canadá não têm.

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. As ameaças de morte feitas ao Dr Keith Ablow - http://shar.es/1Hc4y9



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