sábado, 30 de março de 2013

Rapaz adolescente sente que é uma rapariga e consequentemente, tenta alistar-se numa escola só para raparigas

Entre as muitas casualidades da aplicação totalitária do politicamente correcto militante encontram-se as escolas só para raparigas
Uma fêmea transgénero [isto é, um homem com disturbios psiquiátricos que gosta de usar roupas de mulher] que se candidatou para a Smith College, um colégio só para raparigas em Northampton, Massachusetts, foi impedido de se candidatar para uma admissão nessa mesma escola. Calliope Wong, 17, nasceu macho [e tal como todos o ser humano que nasce macho, ele vai morrer macho] mas tem vivido como uma mulher.
Embora se tenha identificado como "fêmea" na sua aplicação para o colégio privado, a sua papelada relativa aos subsídios financeiros, bem como a sua informação da segurança social, ainda [o] listam como macho, e devido a isso, a escola devolveu a sua aplicação.
Devido a esta recusa, Wong acusou o colégio de "discriminação".
Temendo a possibilidade de serem acusados de falharem ao não condescenderem com os desviados sexuais, a escola começa a retroceder na sua decisão furiosamente, tentando passar a imagem de que foi tudo um erro.
O colégio afirma que não são eles que decidem quem é uma mulher, e que eles oferecem as boas vindas à diversidade no estudantil.
Os média e o governo também não decidem quem é ou não é uma mulher uma vez que isso fica permanentemente decidido no momento da concepção. Mas segundo a doutrina esquerdista de que o nosso sexo pode ser alterado segundo a nossa vontade, ficamos a saber que o colégio Smith College afinal não é só para raparigas:
Se uma aluna já admitida decidir começar a identificar-se como "macho", essa estudante poderá continuar a estudar nesse estabelecimento.
E se ela decidir começar a identificar-se como uma cadela, pode ela ser colocada à entrada do colégio como forma de aumentar a segurança interna? 

Naturalmente que Calliope Wong não é nem nunca vai ser uma mulher. O que ele é, é um jovem emocionalmente perturbado.


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sexta-feira, 22 de março de 2013

O choque dos grupos-vítima



Uma cena chocante (e inusitada) está repercutindo nas redes sociais. Um vídeo amador registrado por alunos da Escola Estadual Ignácio Shevinski Filho, localizada no município de Sorriso (396 km de Cuiabá) mostra a surra levada por uma estudante.

A adolescente teria sido espancada por um jovem homossexual da mesma escola porque o namorado dela teria ameaçado o agressor por causa de sua orientação sexual. O ato covarde do rapaz teria sido uma espécie de vingança.

O vídeo, que ao que tudo indica foi gravado com a intenção de mostrar o feito, mostra o rapaz cruzando o caminho da garota num corredor da escola e após uma breve discussão, partindo para agressão.

O adolescente desfere um soco no rosto da garota e continua a bater nela enquanto a mesma desce rolando um barranco. Outros colegas do agressor incentivam-no a bater mais.

Após o ocorrido, pixações foram feitas no muro da escola com dizeres ‘vai morrer’ e outras ameaças.

Em entrevista a uma TV local, a directora da escola, Shirlei Mello, disse que vai levar o caso ao Conselho Tutelar.


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Fonte

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O único homem que pode agredir uma mulher sem que o lobby feminista se manifeste é o homem homossexual.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Homossexuais e feministas argentinos "decepcionados" com escolha do papa

Colectivos de homossexuais e feministas da Argentina expressaram nesta sexta-feira sua "decepção" pela escolha de Jorge Bergoglio como pontífice por sua rejeição ao casamento gay [sic], ao aborto e ao uso de métodos anticoncepcionais.

A secretária-geral da Mesa Nacional pela Igualdade e deputada de Buenos Aires, María Rachid, lembrou que às vésperas da aprovação da lei de casamento igualitário na Argentina, Bergoglio liderou uma cruzada contra a medida, classificada por ele como um "plano do demônio".

O novo papa "também obstaculizou a educação sexual nas escolas, se opôs à distribuição de preservativos e anticoncepcionais para prevenir casos de gravidez não desejada e ao direito das mulheres decidirem sobre o próprio corpo", acrescentou María para a Agência Efe.

"Com estas posições, não acho que a Igreja Católica revise sua abordagem sobre estes temas", lamentou a deputada.

Segundo sua opinião, é necessário fazer "uma reflexão sobre a relação entre Igreja e o Estado e impedir que a Igreja tenha influência no poder político, sobretudo em regiões como a América Latina".

A eleição do ex-arcebispo de Buenos Aires Jorge Bergoglio "demonstra a clara vontade do Vaticano de radicalizar sua posição contrária ao reconhecimento das famílias da diversidade", denunciou a Federação Argentina de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgênero (FALGBT).

Para Esteban Paulón, presidente da FALGBT, "a escolha de quem promoveu uma 'guerra de Deus' contra o casamento igualitário [sic] não pode deixar de nos decepcionar".

"Sua posição radical em torno deste tema, da lei de identidade de gênero e do aborto seguro, legal e gratuito nos impede de sermos optimistas", acrescentou.

Fonte
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Se os grupos radicais que defendem a decapitação, esquartejamento e queima química de bebés inoceentes são contra Francisco I, então ele está no bom caminho.

domingo, 17 de março de 2013

Universitário é espancado por travestis e homossexuais em Vitória

VITÓRIA - Um universitário de 18 anos foi espancado por um grupo de homossexuais e travestis, na madrugada de Domingo, na Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, em Vitória. A agressão, segundo o rapaz, teria acontecido depois que um conhecido dele fez piadas ofensivas ao grupo na praia. Ele levou 10 pontos na face e está com marcas de mordidas nas costas e nos dedos das mãos.

O estudante contou que participava de um luau no local. Por volta das 4h30m de Domingo, ele saiu com esse conhecido da praia, em direcção ao ponto de ônibus de um shopping, na Enseada do Suá. No caminho, ele e o outro rapaz passaram por um grupo de travestis e homossexuais.

"Ele começou a fazer piadinhas com o grupo. Eles, então, vieram atrás da gente. Eu acabei pagando o pato. Ele conseguiu escapar e eu fui agredido. Não fiz nada, não sou preconceituoso. Quebraram uma garrafa de vidro nas minhas costas, me deram mordidas e me arranharam" - contou o universitário.

Três moradoras da Ilha do Boi, ao ver a cena, começaram a gritar. Assustado, o grupo se dispersou. O rapaz, então, chegou a ligar para o Samu para pedir uma ambulância. Mas, como foi dito que não havia veículo disponível, as próprias moradoras o socorreram, levando-o para o Hospital São Lucas.

O universitário levou 10 pontos na face e ficou com hematomas. No Domingo à tarde, após sair do hospital, ele foi até o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória registrar queixa. Nesta segunda, ele fez exame de lesão corporal no Departamento Médico Legal (DML) e prestou depoimento na Divisão de Homicídios.

A polícia vai pedir as imagens das câmeras da Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, Vitória, para ver se a acção do grupo que agrediu o estudante foi gravada. Também serão analisadas imagens de câmaras de casas próximas. O universitário agredido está confiante na identificação dos suspeitos. 

"Eu fui me divertir e aconteceu isso. Não sou preconceituoso, nunca me incomodei com a opção sexual das pessoas. Pela violência deles, a intenção era me matar" - disse.

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Não esperem que este tipo de notícia seja difundida pelos orgãos de "informação" sob o controle dos marxistas culturais.

Esmagadora maioria dos russos é contra o gayzismo

A organização russa de sondagens Levada Center realizou uma pesquisa para descobrir a atitude dos cidadãos da Rússia para com reformas e inovações. Descobriu-se que a maioria dos russos são conservadores. 

Por exemplo, 85% dos cidadãos votaram contra a legalização de casamentos homossexuais [sic] no país, e 87%, contra paradas de orgulho gay. Os russos também desaprovam de mudanças de nomes de cidades, da extensão do prazo do serviço militar e dos aumentos de impostos.
Além disso, 70% dos russos apoiam a reintrodução de um uniforme escolar único, cujo uso foi abolido em 1992.

Fonte
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A verdade dos factos é que é a maioria da humanidade sente algum tipo de repulsa pelo homossexualismo (e NÃO pelos homossexuais). O que se passa é que no ocidente, ao contrário da Rússia e do mundo islâmico, nós temos policias do pensamento que punem severamente quem se atreva a dizer que não acha normal e natural um homem ter atracção sexual pelo ânus de outro homem.

Os gayzistas podem obter "vitórias" políticas e concessões sociais, mas a verdade dos factos é que a humanidade sempre vai olhar para o homossexualismo com desdém.


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quarta-feira, 13 de março de 2013

Pastor Feliciano sofre ataques por parte de activistas homossexuais

Mais de 200 pessoas, com cartazes, faixas e gritos de ordem, protestaram na porta da Igreja Assembleia de Deus - Catedral do Aviamento, neste Domingo à noite em Franca (SP), onde o pastor Marco Feliciano (PSC) se encontrava. O motivo foi o facto de ele ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.
O pastor não está a ser vítima de ataques pela extrema-esquerda por ter sido eleito, mas sim por se identificar com o Cristianismo Bíblico. Se Marco Feliciano fosse adepto da "Teologia" da Libertação, este tipo de manifestaçõs "facíficas" não ocorreriam.

Para além disso, se qualquer outro Cristão tivesse sido eleito, ele sofreria o mesmo tipo de ódio por parte dos activistas homossexuais.
Os manifestantes garantem que o protesto foi pacífico. 
Claro. A extrema-esquerda é mundialmente famosa pelos seus "protesos pacíficos".
Já o pastor e deputado alegou em nota que a acção foi feita por "activistas gays" que teriam tentado invadir o templo. 
Isto é normal. 
Os manifestantes eram, em sua maioria, estudantes universitários da Unesp. Eles chegaram por volta das 18h30 na frente do templo e ficaram até as 20h30. Quatro viaturas da Polícia Militar acompanharam a manifestação e ajudaram o deputado a deixar a igreja. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma jovem. 
Tradução: ele não se alinha com a agenda gayzista e nem com a agenda feminazista.
Por causa da manifestação, Marco Feliciano, que é de Orlândia (SP), na região de Franca, disse que não divulgará mais sua agenda via internet. 
Decisão acertada por parte Feliciano, visto que o ódio dos activistas gays pode ficar fora do controle.
O pastor afirma que foi agredido com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. "O pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que, aos choros, se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam", diz a nota. Por fim, ele argumenta que "já está procurando as autoridades para tomar todas as medidas cabíveis".
Esta é a famosa "tolerância" da esquerda militante.


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segunda-feira, 11 de março de 2013

Jean Wyllys é processado por humilhar alunos

Fonte

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), está sendo processado por seis alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador, acusado de humilhar, perseguir e reprovar sem base os universitários da turma nocturna. Jean ministrava aulas de Comunicação Social, onde falava sobre cultura brasileira e baiana.

Alguns alunos desistiram do curso e outros fizeram transferência de faculdade depois do comportamento do deputado. De acordo com os advogados Jean ignorava os universitários nas aulas e ironizava as dúvidas dos alunos. “Sem contar com a chacota através de comentários infelizes como ‘alunos insuportáveis, incompetentes, que caíram na faculdade de paraquedas etc’”, relataram os advogados.

Jean fazia agressões verbais em sala de aula, com acusações em tom de voz alta, e se mostrava agressivo e ameaçador. Sempre usava critérios subjectivos de avaliação, onde a maior parte das vezes os alunos eram reprovados, não obstante o esmero dos alunos para adequarem seus estudos aos “costumes” e ideologias de seus “mestres”.

O deputado e professor também foi acusado de se dirigir aos alunos dizendo que eles deveriam procurar outra profissão, dizendo que eles não teriam capacidade para aquele curso: “deveriam procurar outra profissão para seguir como porteiro, caixa de supermercado, vendedor… pois jamais seriam jornalistas”, “ que vocês não tem condições e competência para estar fazendo o curso de Jornalismo”, disse Jean.

O baiano ficou conhecido após vencer a quinta edição do Big Brother Brasil, da “TV Globo”. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como repórter do programa “Mais Você” apresentado por Ana Maria Braga, e como comentarista do “Amigas Invisíveis”, programa de variedades na “Rádio Globo”, e colunista da Revista G Magazine.

Candidato em defesa das causas homossexuais e dos direitos humanos, o ex-BBB Jean Wyllys (PSOL) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Com 13.016 (0,2%) votos válidos, ele conseguiu a vaga graças ao desempenho do deputado federal Chico Alencar, do seu partido, que conquistou 240.671 (3%) dos votos e foi o segundo mais votado em todo Estado.

domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


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É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Será que os activistas homossexuais levaram Roger Crouch ao suicídio?

O filho de Roger Crouch, Dominic Crouch (15 anos), cometeu suicídio no dia 18 de Maio de 2010. Pouco depois deste trágico evento, activistas homossexuais membros do grupo radical "Stonewall" entraram em contacto com Roger Crouch requisitando permissão para usar a morte de Dominic como exemplo de "bullying anti-homossexual".

O problema é que Dominic não era homossexual e o sr. Crouch eventualmente cometeu suicídio porque sentia que estava a ser vítima de bullying por parte do grupo Stonewall visto que eles queriam instrumentalizar a morte do filho em favor da sua agenda política.

Esta história trágica teve início quando um grupo dos estudantes "Year 9" da escola de Dominic - St Edward’s, escola Católica - foram para uma viagem residencial a "Forest of Dean". Os adolescentes ficaram no "St Briavels Castle" – um edifício do século 13 que actualmente opera como um albergue de juventude – e numa noite reuniram-se para jogar um jogo conhecido como "roda a garrafa" (inglês: “spin the bottle”). Este é um jogo de festas onde os jogadores sentam-se em círculo e giram uma garrafa vazia. Quando ela para, o jogador que a rodou tem que beijar a pessoa para quem a garrafa está a apontar.

Dominic tomou parte no jogo inocente e alguns participantes tiraram fotos com os seus telemóveis. Quando voltaram da viagem escolar, as imagens foram circuladas. Mesmo numa escola Católica, alguns alunos haviam adoptado algumas ideias erradas em torno do homossexualismo, e pensaram que seria engraçado provocar o Dominic chamando-o de "gay".

Dominic tinha já um complexo de inferioridade por ser disléxico, e como tal, ele achou este novo fardo difícil de suportar. A sua mãe lembra:

Ele sentia-se envergonhado e deslocado do grupo. Fizeram com que ele se sentisse como um idiota.

As piadas continaram, e como ele as achou demasiado difíceis de suportar, cometeu suicídio saltando do telhado dum prédio com seis andares.

Dominic escreveu três cartas de suicídio onde ele deixou bem claro o bullying que sofria e o facto dele não estar interessado no homossexualismo:

Querida Família,
Sinto muita pena pelo que estou em vias de fazer. Recentemente, tenho sido vítima de intimidação (inglês: "bullied") de forma maciça e tenho sofrido muito com a m---a inventada sobre mim, que não é verdade. 

Ben Summerskill, Director-Executivo do grupo activista homossexual Stonewall, leu a notícia nos jornais e rapidamente alistou Roger Crouch para as visitas escolares que são feitas como forma de falar contra a intimidação "homofóbica". Existia no entanto um fosso enorme estre as ideias deBen Summerskill e as de Roger Crouch, tanto assim, que apesar das cartas de Dominic, Summerskill estava determinado em sugerir que Dominic provavelmente era homossexual, e que os seus pais se encontravam em "negação". Summerskill escreveu no jornal "The Guardian", jornal agressivamente esquerdista:

Não sabemos se Dominc era ou não homossexual, mas uma das tristes verdades em casos similares é que os pais tendem a entrar num estado de negação completa, mesmo quando estão na presença de evidências suficientes para saber o porquê do seu filho ter cometido suicídio. Em casos como este, os pais atravessam todas as emoções de descobrir que o filho pode ser homossexual, bem como enfrentar o trauma de perder um filho.

Isto é exactamente a visão oposta àquela mantida pelo pai de Dominic, que era de opinião de que, se estes adolescentes não tivessem recebido ideias precoces e prejudicias sobre o homossexualismo, eles não teriam feito este tipo de piadas. Ele mantinha a crença de que a obsessão com o homossexualismo, promovido por grupos tais como Stonewall (com verbas públicas), era a causa do problema. A ideia do homossexualismo está tão presente nos média que as mentes dos adolescentes estão saturadas com elas. Até nas aulas de educação sexual é ensinado o homossexualismo (!). Agora, o grupo Stonewall quer explorar a morte de Dominic Crouch para piorar ainda mais o problema.

Em Novembro de 2011, na "Cerimónia de Prémios Stonewall", levada a cabo no "Victoria and Albert Museum" no centro de Londres, Roger Crouch recebeu a maior honra por parte do grupo Stonewall, "Hero of the Year" (Herói do Ano). Durante a cerimónia ele cruzou-se com a fina flor da comunidade homossexual de Londres, políticos, produtores e personalidades do "showbiz". Será que ele se sentiu honrado? Não; ele sentia-se frustrado e zangado.

Na verdade, ele sentia-se como vítima de intimidação (bullying) por parte dos activistas homossexuais.

No dia 28 de Novembro de 2011, apenas algumas semanas depois de receber o prémio do grupo Stonewall, Roger Crouch enforcou-se na garagem  da casa familiar. Ele tinha 55 anos. O director funerário que veio remover o corpo era o mesmo que havia tratado do enterro de Dominic.

Roger Crouch: vítima da intimidação homossexual?


Fontes:
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quarta-feira, 6 de março de 2013

Exército turco quer expulsar militares gays

RIO - O Exército turco quer aprovar uma regra contra militares gays, informou o diário turco "Hurriyet". Segundo a imprensa local, a nova medida transforma a homossexualidade em uma grave ofensa dentro do regulamento disciplinar das Forças Armadas turcas. A infração, considerada um "crime" e definida como "intimidade não natural" no projecto de emenda, deverá ser punida com a expulsão do Exército.

Várias organizações de defesa aos direitos dos homossexuais no país criticaram a mudança, considerada uma violação dos direitos humanos. Activistas dizem, no entanto, que a práctica já está em vigor há muito tempo, apesar de não estar redigida nos regulamentos militares.

- Quando se trata de serviço militar obrigatório, um homossexual é considerado doente e é liberado de servir. O Exército define o homossexualismo como uma desordem psicológica e sexual - disse Ali Erol, integrante da comunidade LGBT de Ancara, ao jornal "Hurriyet".

Segundo Erol, a Corte Europeia de Direitos Humanos já condenou muitas vezes o governo turco por práticas preconceituosas, e, se a regra for aprovada, o país deve ser alvo de novos processos.

- A orientação sexual de uma pessoa não pode ser considerada nem tratada como um crime, qualquer prática neste sentido é considerada discriminação - explica Erol.

domingo, 3 de março de 2013

A Misteriosa Morte de Robert Fleeting


Robert Fleeting era um jovem de 23 anos que no dia 4 de Setembro de 2011 morreu em circunstâncias misteriosas na base da Royal Air Force (RAF) em Benson (Oxfordshire, sul da Inglaterra). Ele era um jovem branco com boa aparência e tinha uma noiva com quem tencionava casar. Na tarde de 3 de Setembro de 2011 ele encontrou-se com a sua noiva e deu-lhe £300 como depósito para o vestido de casamento. Depois disto, cada um seguiu o seu caminho e ela nunca mais o viu . . . . com vida.

Na noite desse mesmo dia 3 de Setembro, as pessoas que se encontravam na base RAF de Benson saíram para uma noitada no pub local. Foi notado que Robert se encontrava bem disposto, alegre e cheio de bom humor, declarando perante todos - enquanto cantava e dançava - que se iria casar.

Depois disto, Robert dirigiu-se para casa de táxi. Enquanto ele se encontrava na praça de táxis, a caminho de casa, pessoas que se encontravam por perto ouviram uma conversa que Robert estava a ter com outro aviador, chamado Colin (nome falso), um conhecido homossexual. Eles discutiam e continuaram a discutir até que eles chegaram à base. Mais tarde, Colin disse que a discussão havia sido sobre o meio de transporte para casa.

No dia seguinte, quando Robert tardava em aparecer, os amigos deram início às buscas. Não conseguiram entrar no seu quarto porque havia algo a bloquear a entrada. Devido a isto, entraram pela janela e encontraram o corpo, morto, de Robert, enforcado na alavanca superior da porta com uma cortina do quarto à volta do pescoço. A janela do quarto havia sido deixada aberta e não havia indícios de entrada forçada. 

O corpo de Robert exibia sinais de arranhos e agressão sexual. Havia indícios de sémen na região do ânus e as suas meias haviam desaparecido; elas nunca foram encontradas. A policia encontrou um par de tesouras partidas e uma t-shirt verde rasgada no peitoril da janela e assumiu que isto pertencia a Robert.

Das 10 pessoas que haviam estado com Robert na noite anterior, apenas 3 foram formalmente entrevistados. Um deles era Colin, que admitiu que, depois de regressarem à base, ele e Robert haviam bebido juntos na companhia duma aviadora chamada Woods. O telemóvel de Robert estava na posse de Colin, que imediatamente o deu à policia, afirmando logo de seguida Robert havia saído do seu quarto feliz e contente.

Quando Colin foi questionado de forma mais assertiva, ele admitiu que algo de natureza sexual havia ocorrido mas que ele nunca havia tocado em Robert. (Como foi isso possível?) Colin recusou-se a fazer qualquer tipo declaração por escrito, afirmando que "não se lembrava" se ele e Robert haviam tido sexo oral.

A polícia concluiu que Robert havia consentido levar a cabo um acto homossexual e que depois disso havia cometido o suicídio. O "Special Investigation Branch" da RAF chegou à mesma conclusão, e determinou que mais ninguém havia estado envolvido no suicídio. Eles não levaram cotonetes (para recolha de amostras bioquímicas) e permitiram que a t-shirt fosse lavada antes de ser testada pela presença de ADN.

Os amigos de Robert estavam certos que ele não tinha tendências homossexuais. Ele havia tido várias namoradas e todas elas confirmaram que ele era heterossexual.

Um relatório post-mortem foi levado a cabo mas este não incluia testes para a presença de drogas. O corpo foi então enviado para a cremação antes da família  ou da noiva terem sido informados de que havia sinais de violência sexual. Um mês depois da cremação, o relatório post-mortem foi então disponibilizado para a família, e só então é que eles descobriram que havia "sinais de trauma" na área do corpo junto ao recto, e que existiam duas abrasões puntiformes no pulso direito da vítima.

A família lançou então a hipótese dele ter sido violado num encontro romântico (inglês: date-raped).  Drogas usadas nas violações que ocorrem nos encontros amorosos - tais como a GHB - são amplamente usadas pelos homossexuais. A última pessoa que esteve com Robert, Colin, era um médico e tinha acesso fácil a drogas bem como entendimento na sua administração. No entanto, o teste pela presença de drogas tem que ser feito no espaço de 24 horas após a morte, e nenhum desses testes foi feito ao corpo de Robert.

Os homossexuais preferem a droga GHB precisamente porque é difícil de ser detectada. Ela tem efeitos perturbadores, levando as pessoas a consentir com comportamentos sexual que não está de acordo com a sua personaldiade. A droga pode também causar uma depressão aguda e reacções posteriroes. Em alguns casos mais extremos, há notícias da mesma ter causado a morte a quem a ingeria.

Ficou-se a saber mais tarde que a t-shirt não pertencia a Robert; a policia nunca determinou a quem ela pertencia. A t-shirt que Robert usava nessa noite desapareceu e nunca mais foi encontrada.

A família de Robert nunca aceitou a história dele ter cometido suicídio. Eles acreditam que o filho foi vítima de jogo sujo (inglês: "foul play") e que a investigação foi uma farsa.

(...)


* * * * * ª * *

Os factos:

1. Robert era bem parecido e ia-se casar.
2. Robert estava feliz e eufórico na noite em que "se suicidou".
3. Robert regressou à base na companhia dum homossexual assumido que tinha acesso a drogas
4. Objectos pessoais de Robert estavam na presença do homossexual assumido.
5. "Colin", o homossexual assumido com conhecimentos médicos, recusou-se a deixar por escrito o seu testemunho. Porquê?
6. A polícia não levou a cabo testes no corpo de Robert que apurassem a presença de drogas
7. O corpo de Robert foi rapidamente cremado e só depois de ter sido cremado é que a família ficou a saber que o ânus de Robert exibia indícios de trauma.

Cada um retire as suas próprias conclusões.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Lésbica escocesa experimenta um bocado da famosa "tolerância" dos activistas homossexuais

Ruth Davidson é a líder do partido Conservador no Parlamento Nacional Escocês. Para além disso, ela é também lésbica. Mas quando ela foi receber um prémio atribuído pelo agressivo e extremista grupo de pressão activista homossexual "Stonewall", o sorriso transformou-se em rosnar e dentes foram  exibidos.

A senhora Davidson encontrava-se nesse lugar para ser chamada de "heroína" por todos os esforços desenvolvidos em prol dos homossexuais escoceses. No entanto, ela usou a oportunidade que lhe foi entregue por altura do discurso de aceitação para se manifestar contra o costume do grupo Stonewall de entregar um prémio com o nome de “Bigot of the Year” ["Intolerante do Ano"].

A última pessoa a ser "premiada" com este título foi o líder dos Católicos escoceses, o Cardeal Keith O’Brien. “Uma das áreas com a qual eu não concordo com a Stonewall é a necessidade de chamar as pessoas de 'intolerantes'," afirmou ela.

Ela continuou:

Isto está pura e simplesmente errado. O argumento em favor da igualdade é muito melhor representado demonstrando o tipo de generosidade, tolerância e amor que queremos ver neste mundo. Existem muitas vozes neste debate, e tal como eu respeitosamente expresso a minha sincera opinião de que se deveria extender o casamento para as duplas do mesmo sexo, também respeito aqueles com uma opinião diferente da minha.

O resultado? As pessoas presentes gritaram contra ela, assobiaram-na e disseram coisas como "Traidora!” ao mesmo tempo que batiam com os pés no chão como forma de abafar o som da sua voz. 

Houve até alguém que sugeriu que ela fosse lançada para fora, ou que o seu prémio fosse retirado.

Que acto tão civil e livre de preconceito. Quem é que são os intolerantes mesmo?


Fonte

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