quinta-feira, 30 de junho de 2011

Funcionários públicos escoceses não podem usar a palavra "homossexual"

De acordo com novas directrizes orientadoras do governo escocês, os funcionários civis já não podem usar a palavra “homossexual” uma vez que a mesma é considerada "ofensiva" para os homossexuais gays. O documento declara:

Não é aceitável usar a palavra "homossexual" uma vez que, não só este termo é ofensivo para muitos, como foi no passado usado para tornar os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo ilegais.
É sugerido àqueles que trabalham em concílios, comissão de directores de centros de saúde e empresas públicas para usar a palavra "gay" no seu lugar.

No entanto, John Midgley, fundador da "Campaign Against Political Correctness" disse:

A palavra homossexual seria inofensiva para a maioria da população tal como o seria a palavra heterossexual. É ridículo afirmar que são palavras com conotação; elas apenas são palavras que descrevem uma orientação sexual.

Este tipo de tolice é totalmente contra-produtiva para as boas relações comunitárias.

O documento controverso não só alega que a palavra "heterossexual" pode causar confusão, como sugere que a palavra ‘straight’ deveria ser usada uma vez que é mais reconhecida. As novas regras irão ser aplicadas quando os funcionários estatais questionarem membros do público, clientes, pacientes àcerca da sua sexualidade.

Um porta-voz do grupo homossexual gay Stonewall disse:

Nós temos tendência a não usar a palavra "homossexual" não só porque a palavra aplica-se primariamente aos homens, como também porque é um termo médico ao mesmo tempo que é umltermo legal descrito nas directrizes orientadoras do governo escocês.
O governo escocês defende o documento afirmando que o mesmo é importante como forma de promover oportunidades iguais.

Durante o mês passado o grupo homossexual Stonewall apelou ao governo escocês para alterar a definição de casamento. Em apenas algumas horas, o novo governo começou a ser pressionado pela "Equality Network" para ser consultado em torno do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Fonte


Contrariamente ao que alguns pensavam, estas são as consequências da normalização de comportamentos anormais. Isto afecta toda a sociedade, e não apenas os homossexuais.

Agora vamos ser obrigados a deixar de usar as palavras que melhor explicam um certo comportamento apenas e só porque um ou outro activista homossexual se pode sentir "ofendido".

Que outras palavras a gaystapo vai censurar por via governamental? Talvez a Palavra de Deus?

Pastor sofre perseguição por ajudar mãe e filha a escaparem da insanidade estatal pró-homossexualismo

Julio Severo
O Pr. Timothy David Miller, de 34 anos, teve de pagar fiança de 25 mil dólares para aguardar seu julgamento em liberdade. O crime dele? Ele ajudou Lisa Miller e sua filha de 9 anos a fugir dos Estados Unidos. Com a colaboração de vários contatos missionários, o Pr. Timothy pôde garantir a segura saída de mãe e filha para um país da América Central. Se for condenado, o pastor irá para a cadeia.
Lisa Miller e sua filha Isabella
O caso de Lisa Miller coloca em destaque como o poder estatal está agora a serviço do movimento gay e contra a família.
Anos atrás, Lisa se “casou” com a lésbica Janet Jenkins, tendo uma filha por inseminação artificial. Jenkins não teve nenhuma participação biológica, enquanto Miller foi a real mãe da menina.
Contudo, depois de anos de brigas e um relacionamento tempestuoso, Lisa aceita Jesus e resolve deixar o “casamento”. Janet, furiosa, exige a custódia da menina. A mãe tenta uma apaziguação, deixando, por pressão de um tribunal, a lésbica ficar com a menina durante um dia por semana. A menina voltava das visitas com vontade de se matar, contando como era obrigada a tomar banho nua com a lésbica.
Ao rejeitar enviar a filha para outras visitas, Lisa foi intimada a entregar a criança em custódia total para sua ex-parceira lésbica. Sob essa ameaça, Lisa se escondeu e o Pr. Timothy David Miller e outros missionários criaram uma rede para possibilitar a espetacular fuga dos Estados Unidos.
Entretanto, muito diferente de Lisa Miller, que conta apenas com a ajuda de alguns cristãos de bom coração, Janet Jenkins tem o apoio de poderosos grupos homossexuais, que contam com um favor formidável do governo dos Estados Unidos.
Com a pressão de grupos homossexuais e esquerdistas, o FBI, que é a polícia federal dos EUA, foi acionado. Agora, uma mãe e sua filha estão sendo brutalmente caçadas por um Estado a serviço da ideologia gay. O caso da menina está sendo oficialmente tratado pelo governo dos EUA como sequestro, colocando a própria mãe como criminosa, enquanto a imprensa está colocando a lésbica no pedestal.
Será que a polícia federal americana está tão ociosa, sem nenhum terrorista ou outro perigoso criminoso para caçar, que lhe sobre tanto tempo para ir atrás de uma mãe e sua menina?
Nesse cenário digno de uma Alemanha nazista ou União Soviética, a mãe verdadeira ficará atrás das grades e o Estado entregará a menina diretamente nos braços da lésbica.
Na Alemanha nazista, os judeus eram caçados por um brutal e injusto sistema estatal, mas uns poucos cristãos, arriscando o próprio pescoço, ousavam esconder e proteger judeus.
O comportamento do Pr. Timothy David Miller, que faz parte da tradição cristã de ajudar os oprimidos contra os opressores, se enquadra agora como conduta criminal para um Estado a serviço dos caprichos de militantes obcecados com a sodomia.
Anos atrás, ser cristão era só uma questão de abrir a boca e mencionar. Ser cristão agora, cada vez mais, será motivo de prisão, se tivermos a intenção de praticar o verdadeiro Cristianismo, que defende e esconde os oprimidos, mesmo quando os opressores rugem e ameaçam com todo o poder que têm.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Não são só os maometanos que matam os apóstatas

Adolescente tenta deixar de ser gay e é morto por ex-companheiro gay

A mãe de José Vanderlan Medeiros Barroso, Maria José, afirmou que o filho tentava 'deixar de ser homossexual' e rompeu o relacionamento com o namorado, identificado apenas como Varlei. De acordo com Maria, ele teria se convertido no Ministério Apostólico Gerando Vidas quando separou-se do companheiro. "Varlei passou a perseguí-lo desde então, o ameaçava de morte e chegou a esmurrá-lo, na semana passada", afirmou a mãe.
Ainda segundo Maria José, contou aos investigadores que ele e a vítima estavam na Ponta Negra foram assaltados. "O ex-namorado foi até a polícia dizer que os dois teriam sido roubados por um trio, mas que ele havia conseguido fugir. A questão é que ele só apareceu no domingo a noite, quase 24 horas depois do acontecido", assinalou.
José Vanderlan foi encontrado morto na Prainha da Ponta Negra, local conhecido como Garden e que seria usado por homossexuais. Próximo ao corpo, a polícia descobriu vários preservativos usados. Ele levou 10 garrafadas e estava completamente nu.
Divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Abundantes casos de pedofilia homossexual no sistema que cuida das crianças órfãs

Mary Rettig

(AgapePress) — Um pesquisador pró-família afirma que um estudo preocupante sobre o abuso de crianças órfãs (sob a supervisão do governo em lares temporários ou não) demonstra uma necessidade real de mais informações.

O foco de sua preocupação imediata é um estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo o sistema público que cuida das crianças órfãs. O estudo revelou que uma percentagem desproporcionalmente elevada de casos de abuso sexual era de natureza homossexual.

O Dr. Paul Cameron do Instituto de Pesquisa de Família declara que o estudo mostrou que mais de um terço dos casos de abuso sexual dentro do sistema que cuida de crianças órfãs no Estado de Illinois eram incidentes homossexuais, e ele crê que esses números reflectem o resto dos Estados Unidos.

No entanto, o médico observa que um grande problema na hora de impedir tais abusos [no país inteiro] é que é extremamente difícil de obter informações de outros estados.

Cameron sente que é extremamente importante saber mais sobre essa situação trágica, e ele está suplicando ao público que pressione os que podem ajudar a tratar dessa situação. “O que precisamos”, diz ele, “e o que eu pediria que vocês fizessem é que se um político no estado em que vocês vivem afirma que [suas autoridades estão] preocupadas com isso, então por favor façam com que esse político revele essas informações ao público”.

Embora o estudo de Illinois não tivesse investigado para descobrir se os pais adotivos pedófilos eram homossexuais, o porta-voz do Instituto de Pesquisa da Família sente que suas revelações chocantes deveriam ser consideradas com todo o cuidado e tratadas com a devida seriedade. “Nesse estudo, descobrimos que 34 por cento dos estupros foram cometidos por homossexuais. Isso é totalmente inaceitável”, diz ele.

Cameron mostra que a Associação Americana de Psicologia declarou em 2004 seu apoio aos esforços para permitir que homossexuais adotem crianças ou prestem assistência a crianças órfãs. No entanto, o médico sustenta que tais associações profissionais podem estar tão emaranhadas nas tão chamadas causas de direitos iguais que ninguém se lembre do bem-estar das crianças.

E o pesquisador observa que, lamentavelmente, as crianças órfãs que estão sob os cuidados do governo tendem de modo especial a acabar sendo tratadas como mercadorias. Contudo, avisa ele, embora essas crianças sejam descartadas pela sociedade, essa mesma sociedade sofrerá as consequências mais tarde pelos problemas que essas jovens vítimas causarão quando se tornarem adultas.

Cameron espera que o estudo do Instituto de Pesquisa de Família envolvendo pedofilia no sistema que cuida de órfãos levará a uma mudança nas políticas sobre pais adotivos, apesar das tão chamadas questões de igualdade. E ele espera que mais estudos sejam feitos e mais informações sejam dadas ao público sobre a importante questão envolvendo o bem-estar das crianças em toda a sociedade.

© 2005 AgapePress all rights reserved.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br/

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/3/afa/142005d.asp

domingo, 26 de junho de 2011

O ‘boneco Bolsonaro’ na parada gay de SP revela o real intento da ditadura gay

Fonte

Deputado Bolsonaro foi o primeiro parlamentar a denunciar publicamente o kit gay, às vésperas do natal, em 2010

COMENTÁRIO:

Esta foto reflete a realidade que virá ao Brasil, caso o PLC 122/2006 e projetos similares sejam aprovados, tanto na esfera estadual, quanto nas esferas estadual e municipal.

A ditadura gay quer tomar conta desta Nação, amordaçando todos os cidadãos que venham discordarem da prática homossexual, sejam eles religiosos ou não.

É preciso estar em estado de atenção o tempo todo, pois o PLC 122 foi aprovado em 2006 na Câmara dos Deputados, na calada da noite. Inclusive um dos grandes articuladores para a aprovação do Projeto foi o deputado Rodrigo Maia, líder do PFL (hoje DEM) na ocasião e que possivelmente será candidato a Prefeito do Rio de Janeiro em 2012.

Ressalta-se que um deputado federal do Rio, dono de uma rádio FM evangélica, nada informou aos seus ouvintes em 2006 (e até hoje permanece assim), certamente por fazer parte também do DEM.

Povo sem conhecimento, é povo que se manipula com facilidade.

Homossexuais têm 20 vezes mais probabilidades de contrair HIV

Este artigo fala da forma de acabar com o "estigma" dos homossexuais em alguns países mas não explica o porquê dos homossexuais terem uma taxa tão elevada de SIDA.

A verdade está bem à sua frente mas o seu esquerdismo impossibilita-os de afirmar o óbvio: o comportamento homossexual tem tanta incidência de DST (doenças sexualmente transmitidas) porque essa vida caracteriza-se por promiscuidade.

Mas os órgãos de "informação" não falam nisso porque isso implicaria fazer uma análise sóbria desse comportamento.


Os homossexuais apresentam 20 vezes mais probabilidades de contrair o VIH, o que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a elaborar pela primeira vez uma lista de directrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre os homossexuais e os transexuais.

Em países como a Bolívia, Jamaica, México, Myanmar, Tailândia, Trinidad e Zâmbia, a percentagem de homossexuais contagiados com o VIH ultrapassa os 20% e, em alguns casos, atinge os 40%, segundo um artigo no boletim da OMS, apresentado hoje em Genebra.

No caso dos transexuais, as taxas de contágio variam entre oito e 68%, dependendo do país, ainda que, em muitos casos, os dados não sejam fiáveis porque este grupo não está reconhecido legalmente.

A OMS lembra que, em muitos países, estas comunidades são estigmatizadas, o que determina que estas pessoas não recorrem aos serviços de saúde com medo de serem humilhadas e que seja violada a confidencialidade médico-doente.

Mais de 75 países criminalizam actualmente os homossexuais e os transexuais, privando-os de direitos fundamentais como a atenção médica.

Lusa/SOL

sábado, 25 de junho de 2011

Grupo homossexual quer que crianças em idade primária se vistam como mulheres e que dancem como cheerleaders

Um pacote escolar dirigido aos professores (e suportado pelas agências governamentais) defende que os rapazes das escolas primárias deveriam ser encorajados a usar vestidos ou a dançar com pompons na equipa de cheerleader.

O pacote foi produzido pela organização Stonewall, o grupo sodomita líder do movimento homossexual na Grã-Bretanha.
Quem mais estaria interessada em usar o aparelho de Estado para incutir nos rapazes a noção de que homens a usar roupa de mulher é perfeitamente normal senão um grupo homossexual?
O DVD que acompanha o pacote, e suportado pela "Training and Development Agency" (TDA), mostra professores primários a dar os "melhores conselhos prácticos" baseados na sua experiência.
Espera lá. O pacote da Stonewal visa colocar rapazes vestidos de mulher. Que "experiência" é que os professores tem nisso?
Um dos professores diz no DVD que os alunos deveriam ser ensinados a resistir aos valores dos seus pais e avós.
Ah, cá está o verdadeiro propósito do marxismo cultural: a destruição das instituições Judaico-Cristãs e da moral que serviu de base para o sucesso do ocidente.

Um dos professores entrevistados no vídeo encoraja rapazinhos a usar vestidos enquanto outro diz que é "maravilhoso" que rapazes dancem com pompons no clube das cheerleaders. Sim, porque não há nada de suspeito no facto de "professores" primários imaginar rapazinhos vestidos de mulher ou com roupa de cheerleader. Nojento.

De acordo com algumas fontes, o grupo sodomita Stonewall recebeu cerca de £25,000 em financiamento por parte da TDA (organização governamental criada pelo Departamento de Educação). Como se isso não fosse suficiente nojento, temos ainda o ridículo do Departamento de Educação consultar os sodomitas da Stonewall como forma de reverem o planeamento para as aulas de educação sexual.

O pacote de treino para professores recomenda que se usem livros escolares pró-homossexualismo para as aulas de leitura. Sim, porque se há coisa que as crianças das escolas primária precisam de saber é sobre formas de usar o seu ânus como forma de obter prazer sexual.

Um dos livros, Tango Makes Tree, é sobre um pinguim que é criado por dois pinguins macho. Outro é chamado de "The Sissy Duckling" e mostra dois príncipes que se apaixonam e vivem para sempre como Rei e Rei.

Agenda.

O pacote da Stonewall sugere que se ponham as crianças a teatralizar tais livros em peças escolares. Se houver tempo, pode-se ensinar um pouco de Matemática e Gramática às crianças.

Esta campanha é suportada por 70 organizações incluindo departamentos Governamentais e autoridades locais.

Perturbador.

As escolas e as autoridades locais foram encorajadas a usar o material pró-sodomita como forma de demonstrar que estão de acordo com o "Equality Act 2010". A mesma obriga as instituições públicas a promover a igualdade. Aparentemente ninguém parou para pensar se promover a agenda sexual de um grupo específico da sociedade contradiz de alguma forma a noção de "igualdade".

Para haver verdadeira "igualdade" os grupos que são contra a agenda da Stonewall deveriam ter o mesmo "espaço de antena" não só para mostrar os malefícios do vício da homossexualidade, como também para exibirem os benefícios médicos, sociais, psicológicos e espirituais para a restrição da sexualidade dentro dum casamento monogâmico e heterossexual. Mas como acho que todos já sabemos, os grupos que os marxistas culturais promovem não visam a "igualdade" mas sim a supremacia cultural (ou, usando palavras marxistas, a hegemonia cultural).

Mike judge, do Instituto Cristão disse:

Os pais pagadores de impostos esperam que uma educação decente seja dada aos seus pequenotes. Vestir os rapazes como mulheres e pô-los nas equipas de cheerleaders não é bem o que os pais tem em mente.

Mas o mais perturbador é que estas escolas ensinem aos filhos que eles devem resistir os valores dos pais e dos avós.


A tendência dos portugueses é dizer que tais coisas nunca irão acontecer em Portugal. Ai não? O que é que lhes faz pensar assim? Será que eles são ingénuos e anjinhos o suficiente para pensar que as coisas em Inglaterra aconteceram de repente?

O lobby sodomita faz as coisas por etapas e condiciona o público pouco a pouco. Eles sabem que se forem revelar o seu plano na sua integralidade o público vai rejeitá-los. Como tal, eles vão avançando pé ante pé até a consciência social estar cauterizada contra o terrível vício da homossexualidade.

Vejam como estes indivíduos querem sexualizar as crianças em favor do seu vício. Mas o que é que os homossexuais sabem das necessidades das crianças? Regra geral os homossexuais não tem experiência nenhuma em cuidar de crianças, portanto, porque é que o que a Stonewall "propõe"/impõe não levanta logo suspeitas?

Tal como disse em cima, é preciso ter em vista o propósito final da agenda homossexual. O que eles querem não é "igualdade" mas supremacia cultural de modo a que ninguém seja livre para criticar o seu comportamento. Mas eles sabem que isso não vai acontecer com os que agora são adultos (uma vez que esses foram educados numa cultura onde havia um réstia de moralidade).

Devido a isso, o lobby sodomita põe-se a jeito para condicionar a próxima geração de pessoas. E onde está a próxima geração? Ora, nas escolas primárias.

Além disso, convém não esquecer que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso infantil. Portanto esta sexualização das crianças também lhes prepara o caminho para a normalização futura da pedofilia (ou, como vai ser conhecida num futuro próximo, "relacionamentos intergeracionais").

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Acusações selectivas


O militante ateu e adivinho nas horas vagas Ricardo Silvestre fez um postal onde se lê que a Amnesty International acusou a Igreja Católica de violação dos direitos humanos das crianças.
A Amnesty International (AI), a maior organização no mundo na defesa dos Direitos Humanos, acusou o Vaticano e a Igreja Católica de violações a esses mesmos direitos, ao falhar na protecção de crianças de abusos sexuais e também na inacção no cumprimento das leis internacionais de protecção de crianças.
Este tipo de notícia mostra como a infiltração esquerdista nas igrejas está a dar frutos. Segundo a AI, toda a Igreja Católica é "responsável" pelo que uma minoria sexual faz às crianças Católicas, pese embora o problema ser a homossexualidade dos abusadores e não a Igreja em si.

A única "culpa" que a Igreja tem é não ter expulso toda o esquerdume das suas fileiras.

A AI, como esquerdistas que são, não estão interessados no bem estar das crianças, mas sim na remoção da influência do Cristianismo no mundo. O Júlio Severo tem um post onde a AI exige (não pede, exige!) que os países sul-americanos, tradicionalmente muito Católicos e maioritariamente contra a matança de bebés em gestação, legalize o aborto.

Como os sul-americanos mais rapidamente obedecem ao Catolicismo do que às organizações internacionais, a AI decide desacreditar a Igreja.

Se a AI se preocupa com as crianças, porque é que querem forçar a matança de bebés na América do Sul? Onde estão as suas condenações aos "casamentos" infantis que são tão comuns no mundo islâmico e - devido à imigração descontrolada - também na Europa? Onde estão as suas críticas à sub-cultura homossexual, uma das causas primárias para os casos de pedofilia nas igrejas?

Por mais que os activistas o neguem, o facto é que a cultura homossexual é uma cultura que fomenta a pedofilia. Os homossexuais sabem disso e muitos nem o tentam esconder. O público é que ainda não aceitou esse facto.

Essa preferência por rapazes por parte dos homossexuais explica a desproporcional presença de homossexuais nos casos de abusos de menores, especialmente dentro das organizações cristãs.

Sempre que ficarmos a saber que um padre é acusado de abuso de menores, existe uma probabilidade na ordem dos 80% do abusador ser homossexual. O Cardeal Bartone correctamente conecta a homossexualidade com a pedofilia, embora outros cristãos estejam relutantes em fazê-lo.

Estes dados claramente mostram que a "condenação" da AI é meramente política. A sua preocupação não são as crianças mas sim a saudável influência da Igreja Católica na cultura de vida da América do Sul.

Que pena que o Ricardo Silvestre não saiba disso. Ou sabe?

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Câmara de SP tenta criar Dia da Normalidade Sexual



Diego Zanchetta - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - A quatro dias da Parada Gay, um dos maiores eventos de São Paulo, a Câmara de Vereadores aprovou nesta quarta-feira, 22, a inclusão do projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual para ser votado em segunda discussão. A votação do projeto deve entrar em votação ainda nesta tarde.

O texto é do evangélico Carlos Apolinário (DEM), que há três anos é contra a realização do evento na Avenida Paulista. Projeto tem apoio de lideranças evangélicas e entrou em regime de urgência para ser votado com o apoio de 28 vereadores. Ítalo Cardoso, líder do PT, se posicionou contra o projeto e pediu suspensão da sessão.

Por volta das 12h15, todos os trabalhos estavam paralisados na Câmara por causa da discussão sobre o projeto. O líder do PT diz que nada mais será votado no dia se a proposta de Apolinário não for retirada da pauta - o projeto é o primeiro item da pauta da sessão extraordinária. Um pouco mais tarde, perto das 13h30, numa manobra das bancadas do PT e do PPS, o projeto foi colocado como último item da pauta de votação.

Apolinário, no entanto, promete obstruir qualquer projeto de vereador caso sua proposta não seja colocada para votação. "Tiraram a Marcha de Jesus da Avenida Paulista e deixaram os gays, isso é um absurdo. Não sou contra os gays, sou contra o lugar do evento", argumentou o evangélico. O ex-tucano Juscelino Gadelha (sem partido) acaba de se posicionar contra o projeto. "Eu votaria se fosse em outra data, mas perto da Parada é querer criar um clima de animosidade desnecessária para a cidade", disse.

O dia começou mais uma vez tumultuado no Legislativo paulistano, um dia após o vereador Aurélio Miguel (PR) travar a votação do pacote que concede isenção de R$ 420 milhões para o Corinthians. O Dia do Orgulho Hetero deve ser comemorado em todo terceiro domingo de dezembro.

(Fonte)


Querer celebrar o facto de se seguir a Biologia, a Anatomia, a Medicina e a Vontade de Deus no que toca à sexualidade pode parecer absurdo, mas eu acho que isto vai demonstrar o verdadeiro propósito das nojentas paradas homossexuais.

Se os activistas sodomitas disserem que isto é uma "intimidação" então seremos forçados a concluir que as paradas sodomitas são também uma intimidação. Se eles disserem que isto é desnecessário, o mesmo terá que ser dito das suas paradas.

Vamos vêr a forma como os socialistas que controlam a política paulista respondem a este pedido porque eu acho que vai ser bastante revelador.

Ser fumador não é opção

Ser fumador não é necessariamente uma opção. Estudos recentes vêm provar que esse hábito já está de alguma forma definida no cérebro de cada um.

John McNamara, director do Centro de Investigação Clínica de S. Francisco, nos EUA, esteve esta semana em Lisboa para apresentar as conclusões da sua investigação no 21º Encontro da Sociedade Europeia de Neurologia (ENS).

De acordo com McNamara,, «ser fumador não é uma questão de opção, ela é essencialmente neurobiológica à nascença».

Aplicando várias técnicas de ressonância magnética, os resultados das suas pesquisas vêm demonstrar que ser fumador é definido pelo cérebro, na medida em que a forma e o tamanho, nomeadamente das amígdalas cerebrais, em pessoas que não fumam e pessoas que fumam é diferente.

No âmbito da conferência foram apresentados dados recentes que comprovam que o cérebro do fumador se assemelha com o de outros fumadores, enquanto que o cérebro dos não fumadores é bastante parecido entre si.

Ainda assim, os investigadores pretendem expandir a amostra que indica estas conclusões, de forma a aumentar a sua validade.

McNamara salienta que tanto a neurobiologia como os estudos hormonais e a genética «têm muito para oferecer na área da compreensão das origens de todas as variações do hábito fumador».

(Modificado a partir do original)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Rabinos lançam iniciativa de casar lésbicas com homens homossexuais

Rabinos da comunidade religiosa Sionista lançaram a iniciativa de casar homens gays com mulheres lésbicas - surpreendentemente, com algum sucesso . Até agora onze casamentos foram levados a cabo. O jornal Haaretz levou a cabo uma entrevista via email com um dos casais, Etti e Roni (nomes falsos).
Etti e Roni, ambos religiosos, casaram-se há 5 anos atrás. Embora eles tenham sido honestos um com o outro àcerca da sua orientação sexual desde o primeiro encontro, para o mundo exterior eles apresentam-se como um casal normal (heterossexualidade = normal). Hoje, com duas crianças, estão entusiasmados com os resultados.
A esposa escreve:
É incrível . . . . Há 6 anos atrás nunca pensamos que poderíamos ser assim tão felizes. Chegamos a pensar que tudo se tinha escurecido e que nós havíamos perdido as nossas chances de termos uma vida normal. Mas hoje, as coisas estão a correr bem.
Claro que há falhas mas isso é comum a todos os casos. Nós preenchemos as falhas com o grande amor que damos e recebemos dos nossos filhos, e também usufruímos do amor simples que oferecemos um ao outro . . . .
Todos os casais foram combinados pelo Rabino Areleh Harel (na foto) do assentamento Shilo, no West Bank. Ele dá aulas numa yeshiva em Elon Moreh e é conhecido como o rabino a quem os homossexuais se podem dirigir. 

Harel disse que todos os seus casais receberam apoio constante duma equipa de psicólogos, conselheiros matrimoniais e assistentes sociais. Eles poderiam também consultar com frequência alguns rabinos incluindo o Rabino Aharon Lichtenstein, da "Yeshia Har Etzion" e especialmente o Rabino Menachem Burstein, líder do "Puah Institute" que se especializa em soluções rabínicas para problemas de fertilidade.

Harel não só disse que o seu duodécimo casal anunciou recentemente o seu noivado como também que ele possui uma lista de outros 30 gays e 20 lésbicas em busca de companheiros. Eles não negam a sua identidade sexual, ressalvou o Rabino Harel.
Eles querem estabelecer uma casa, quer seja para se tornarem pais ou reconhecimento social. Uma família não é só sexo e amor. É um parceria instrumental e não apenas uma parceria técnica.
Como resultado, ele e os seus colegas decidiram institucionalizar o empreendimento incluindo trabalhar com uma conhecida organização casamenteira.

Os casamento de gays com lésbicas há muito que são praticados entre os ultra-Ortodoxos, mas a iniciativa corrente é diferente uma vez que não se dedica a varrer o problema para fora do nosso alcance, mas através da aceitação das orientações homossexuais (motivada por 4 organizações religiosas homossexuais: Havruta, Bat Kol, Hod and Kamocha).

Harel explicou que, enquanto que os homossexuais seculares buscam o "casamento" homossexual como solução, os homossexuais religiosos estão pouco dispostos a violar a proibição rabínica em torno do homossexo e, como tal, buscam outras soluções.
A maior parte dos casais concorda em não ter relações com pessoas do mesmo sexo mas se há "lapsos" uma ou outra vez durante os anos, eles não olham para isso como uma traição. . . . Geralmente isso é entre eles e o Criador.
Ele disse que cada casal decide por si como o seu casamento irá funcionar, e ele não está envolvido na decisão. Em vez disso, ele dedica-se predominantemente com questões da halacha tais como a inseminação artificial.

Roni, 35 anos, é dono dum negócio; Etti, de 30 anos, é uma paramédica. Roni tentou terapia para mudar a sua orientação sexual, sem sucesso. Ele também disse que teve vários relacionamentos com vários outros homens "até que me decidi que aquilo não era para mim; eu quero uma família e crianças."

A Etti disse que a sua família ainda não sabe que ela é lésbica. Ela passou por um relacionamento "sério" mas "apercebi-me que era mais importante para mim criar crianças e viver uma vida familiar normal."

Ambos disseram que levar a sério a proibição religiosa em relação ao acto homossexual foi "muito importante" para eles, tal como foi o seu desejo duma "paternidade mais ou menos normal". Ambos os factores tiveram influência na sua decisão.

O Rabino Harel apresentou-os um ao outro e como o primeiro gay-lésbica, eles identificam-se como "ratos de laboratório". Eles são cuidadosos em manter uma aparência normal em frente às crianças e perante o mundo exterior, chegando mesmo a dormir no mesmo quarto - embora não durmam juntos. Os seus filhos nasceram de uma inseminação artificial.
Durante a maior parte do tempo, é bom estarmos juntos, tipo parceiros num negócio. Claro que temos discussões e momentos de tensão, mas quem é que não os tem? . . . . Tal como bons amigos, nós temos uma grande dose de respeito mútuo e muito amor platónico.
Claro que isto não se passa com todos, obviamente. Dois dos casais que Harel casou estão agora em processo de divórcio. Ele disse que está muito preocupado com o destino das crianças destes casais experimentais - se eles vão sofrer ou não. Adicionando a isso, nem todos aprovam. Embora a Havruta não tenha oficialmente publicado uma opinião, o seu porta-voz, Daniel Yunes, disse que pessoalmente ele é contra esta ideia.
Se aceitamos a definição de família como uma parceria baseada na confiança e no amor . . . então isto não oferece resposta alguma.
Ele adicionou ainda que a sua organização defende a ideia de que ser aberto em relação à sua identidade sexual leva a pessoa a uma vida mais feliz do que viver uma mentira.
Mas Roni e Etti sentem que beneficiaram grandemente da situação, obtendo "duas crianças maravilhosas" e também "uma boa vida social". E o que é que perderam?
Nada, uma vez que, de qualquer forma, não poderíamos ter relacionamentos [homossexuais] uma vez que os mesmos são proibidos. Sim, há momentos difíceis de crise. Mas isso não é nada em comparação com o que sentimos na maioria dos casos, quando é bom.
Fonte

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pós-Graduação em Homossexulogia

Fonte
Recebemos por email a informação de que o ISCTE tem uma pós-graduação sobre as realidades LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero).

http://www.iscte-iul.pt/cursos/pos_graduacoes/14706/Apresentacao.aspx

Sobre a instituição onde é ministrado o curso:
O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), é uma instituição pública de ensino universitário, criada em 1972.

Os seus objectivos estratégicos são a inovação, a qualidade, a internacionalização e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora.

Retirado do site institucional do ISCTE
Fará esta pós-graduação parte dos objectivos estratégicos do ISCTE?

Este é um caso paradigmático de como uma instituição pública é tomada de assalto por um grupo de activistas ideológicos.

domingo, 19 de junho de 2011

Distinção entre infidelidade “emocional” e “sexual” explica porque “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

No início deste ano, na cidade de Pedras Negras, no Estado de Coahuila (México) registrou-se o “divórcio” das lésbicas Marcela Orozco, de 38 anos e Sandra Elvira Nava Jiménez de 45.

Conforme indica o diário “Milenio”, este seria o primeiro “divórcio” gay do país. O casal de lésbicas acudiu ao Pacto Civil de Solidariedade, aprovado em Coahuila em janeiro de 2007, que permite também a união civil de casais homossexuais, com direitos de pensões, disposições testamentarias especiais, entre outros.

Segundo a imprensa mexicana, a separação do casal se deveu a acusações de infidelidade e esbanjamento econômico.

Em diálogo telefônico com a agência ACI , Oscar Rivas Lozano, presidente do Instituto Mexicano de Orientação Sexual (IMOS), afirmou que, de acordo às cifras que dirige esta entidade científica, desprende-se que “as uniões homossexuais tendem a durar menos que as relações heterossexuais”.

Um dos fatores que causaria estas separações, segundo os estudos analisados pelo IMOS, seria que “nas uniões homossexuais, os índices de infidelidade se triplicam em relação aos casais heterossexuais”.

Rivas assinalou que a fidelidade tem um significado diferente nos casais homossexuais, pois “eles fazem uma distinção da fidelidade emocional à fidelidade sexual, e dizem, em alguns casos, que a fidelidade sexual não é considerada importante mas sim a fidelidade emocional”.

Por isso, o IMOS reafirma que uma instituição como o matrimônio não pode ser aplicada à união homossexual, pois “o mesmo voto matrimonial fala de fidelidade, fala de ajuda mútua, fala de procriação. E no caso dos casais homossexuais isto é distinto”.

“Os casais homossexuais tendem a ter um período de duração entre três e seis anos, as mais longas”, indicou Rivas e acrescentou que “quase sempre as mais longas são de mulheres”.

Se estas cifras forem comparadas com matrimônios heterossexuais, a diferença é abismal, pois “os matrimônios no México, segundo dados do mesmo Registro Civil, tem uma média de duração entre 10 e 15 anos entre casais heterossexuais”.

Ao analisar os casais de lésbicas “encontra que quase sempre existem temas de relações de casais muito delicados porque são relações muito apaixonadas, às vezes onde há muita emoção envolvida”.

“Desde o ponto de vista psicológico se entende porque a relação homem-mulher tende a equilibrar-se psicologicamente, porque a mulher tende a ser mas intuitiva, mais emocional e o homem tende a ser mais reflexivo, mais racional”.

“No caso onde somente há duas mulheres não está muito presente este princípio de equilíbrio psicológico no casal e no caso dos homens muito menos”, disse o presidente do IMOS.

Por sua parte, Juan Dabdoub Giacoman, da organização mexicana Família Mundial com sede em Monterrey, declarou à ACI Prensa que não é uma surpresa a separação deste casal de lésbicas, pois “está claramente demonstrado que as pessoas homossexuais têm um altíssimo nível de instabilidade em suas relações afetivas”.

Para o Dabdoub, isto é “produto precisamente dessa afetação psicológica que as empurra a procurar uma relação com pessoas do mesmo sexo”.

Depois de indicar que “na Espanha se comprovou que um varão homossexual tem uma média de relações duradouras com 39 pessoas distintas ao longo de sua vida”, Dabdoub assinalou que as cifras são claras ao demonstrar que “o que necessitam nossos irmãos homossexuais é ajuda, não promoção.

No México, as uniões homossexuais equiparadas ao matrimônio só são legais no Distrito Federal, onde a Corte Suprema opinou que não atentam contra a Constituição e lhes outorgou o direito de adoção.

A Igreja Católica assim como outras confissões cristãs criticaram duramente esta sentença.

O Arcebispado do México disse que esta equiparação das uniões homossexuais ao matrimônio é “moralmente inaceitável”.

A doutrina católica não aprova o mal chamado “matrimônio” gay porque atenta contra a natureza, o sentido e o significado do verdadeiro matrimônio, constituído pela união entre um homem e uma mulher, sobre a qual se forma a família.

O Vaticano e os bispos em diversos países do mundo denunciaram que as legislações que pretendem apresentar “modelos alternativos” de vida familiar e conjugal atentam contra a célula básica da sociedade

Fonte: ACI e Blog Carmadélio

sábado, 18 de junho de 2011

As fases da agenda sodomita


Lembrando que a agenda sodomita avança quase sempre da seguinte forma:
  • 1ª Fase - Aceitação.

Durante esta fase eles dizem coisas como "nós não queremos forçar o nosso estilo de vida a ninguém. Deixem-nos em paz e deixem-nos viver em privado e em paz e nós não iremos forçar ninguém."

Esta mentira foi aceite o que nos levou à 2ª Fase.

  • 2ª Fase - Advocacia

Durante esta fase eles estão num ponto em que forçam aqueles que podem ser forçados - particularmente no governo e nas escolas públicas mas estão a estender os seus tentáculos ao sector privado - a advogar a homossexualidade, quer as pessoas aceitem ou neguem a normalidade desse comportamento sexual.

Como exemplo disso, veja-se a intimidação que eles fizeram à Convenção dos Baptistas do Sul e a agenda sodomita oculta ou visível reportada nas escolas públicas.

  • 3ª Fase - Aniquilação dos opositores.

Através de leis corruptas ou por meio de qualquer outro caminho à sua disposição, ninguém vai ter a liberdade para criticar a sodomia.

Nenhuma oposição à homossexualidade deve permanecer em lado algum.

Em Portugal estamos na 2ª fase, mas em países como a Inglaterra e a Holanda já se chegou à 3ª fase. Claro que este gayzismo pode gerar uma resposta que os militantes sodomitas não previram:
  • 4ª Fase - Reacção.

Todos aqueles que foram vitimizados pela agenda sodomita provavelmente irão adoptar o comportamento normal de quem se vê livre duma ditadura extremamente opressiva. A gaystapo, de perseguidora vai passar a ser a perseguida; o esquerdume, que apoiou a agenda sodomita em detrimento das liberdades individuais, vai sofrer na pele o mesmo destino.

A parada homossexual lisboeta

Mais um artigo jornalístico que a volta falar na mitológica "igualdade", e, tendo isso como pano de fundo, exige tratamento igual entre a heterossexualidade e a homossexualidade.
A Marcha do Orgulho Gay regressa hoje às ruas de Lisboa em defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gay, bissexuais e transgénero (LGBT), sendo que, este ano, pretende também alertar para as questões da parentalidade.
Os sodomitas e as lésbicas já tem os mesmos direitos que os heterossexuais. Chama-se a isso "direitos humanos". Agora, as prácticas sexuais que cada grupo decide levar a cabo não são fonte de "direitos".
O objectivo da marcha, que vai na 12.ª edição, é “dar mais passos na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e identidade de género.
Não, não é. Alguns dos objectivos das paradas homossexuais são

1. Dessensibilizar a maioria em relação às auto-destrutivas prácticas homossexuais;
2. Exibição de força em relação aos adeptos da normal sexualidade humana.

Sobre a parentalidade, o responsável referiu que as famílias LGBT são uma realidade
Tal como a pedofilia é uma realidade. O facto de algo ser real não o torna moralmente (ou socialmente, ou clinicamente) aceitável.

A questão não é se existem homossexuais que conseguiram trazer crianças para a sua confusão sexual, mas sim se isso alguma vez deveria ocorrer. Os "relacionamentos" homossexuais são em média de curta duração, portanto convém perguntar a sabedoria de se deixarem crianças inocentes no meio de duas pessoas sexualmente desviadas (e a prazo).

Mas mesmo que fossem de duração eterna, o problema não é só que são (em média) de curta duração, mas sim que isso é uma violência contra as crianças. Qualquer profissional não alinhado com o marxismo cultural dirá que a criança tem maiores probabilidade de ter um crescimento mental saudável se tiver um pai e uma mãe, do que se tiver dois "pais" ou duas "mães", ou se só tiver um pai ou só uma mãe.

O conceito da homossexualidade como comportamento capaz de gerar um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança está errado. Quem defende o contrário não está a pensar no bem estar das crianças mas sim em formas de promover uma determinada ideologia política ou agenda sexual (ou ambas).

e que as crianças que estão no seio dessas famílias “exigem exactamente a mesma protecção que é dada às demais”
As crianças que foram infelizmente engolidas para o seio dessas uniões não "exigem" nada. Quem exige isso são os sodomitas e as lésbicas que lançaram mãos sobre elas.
O presidente da ILGA Portugal disse também que a Marcha do Orgulho Gay é feita para “celebrar” a igualdade, a liberdade e a solidariedade
Só faltou a "fraternidade" para termos um dos slogans da violenta e anti-Católica revolução francesa.

Mas pondo isso de lado, porque é que a homossexualidade deveria ter os mesmos direitos que a heterossexualidade? A última é uma necessidade básica do homem tendo em vista a sua continuidade e preservação, mas a primeira é um gosto/vício sexual auto-destrutivo. Porque é que deveríamos tratar ambas como equivalentes se elas evidentemente não o são?

Todo o argumento em favor da "igualdade" assente numa crença falsa, nomeadamente, que a heterossexualidade e a homossexualidade deveriam ter os mesmos direitos. Isto é falso e enganador.

A iniciativa é aberta a todas as pessoas que “se revêem naqueles valores, valores que são comuns a todos e que é fundamental promover”
Para já, os "valores" que o lobby sodomita visa inventar não são "comuns a todos". Eis aqui alguns dos "valores" defendidos pelo sodomitas.

Segundo, não é "fundamental" defender os "valores" que os activistas homossexuais visam defender. Aliás, há homossexuais que não vêem valor nenhum nestas paradas (para além de serem uma provocação):

Será que sou a única lésbica que desaprova o "gay pride"? Parece-me que sim e acho que isso poderia causar problemas na minha já-de-si trémula relação com a minha namorada - e já estou com ela há 3 anos.

Acho isso tão desnecessário e provocativo. Porque é que nós não aceitamos a forma como somos e tentamos viver a nossa vida o melhor que podemos sem irritar a maioria das pessoas?

Será que temos que provar alguma coisa com o "gay pride"? Pois, eu não.

Como esta lésbica temos também o homossexual Justin Raymondo que consegue vêr que os activistas homossexuais estão a agir de modo destrutivo.
[U]m movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das instituições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predilecção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante.

Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

Esperar aprovação ou sanção oficial para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

Conclusão:

As marchas e paradas gay não tem nada a ver com o combate ao preconceito ou à mitológica igualdade. As paradas são só demonstrações de força que visam intimidar quem ainda defenda que o homem foi feito para a mulher, e a mulher para o homem.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pais não podem excluir filhos de aulas pró-homossexualismo

Em mais um ataque coordenado da gaystapo canadiana, (e um ataque à autoridade paterna sobre os seus próprios filhos) a Comissão de Directores do Distrito de Toronto (CDDT) está a proibir os pais de retirar os seus filhos de aulas que abordam a sodomia.

("Abordam" até nem é um termo correcto uma vez que o que estas "aulas" fazem é promover a homossexualidade e não só "abordar" a homossexualidade.)

A sua política sugere que as crianças sejam forçadas a tomar parte no curriculum compreensivo "anti-homofobia" dos directores, o mesmo que promove a marcha de "orgulho gay" de Toronto entre as crianças de jardins infantis, e procure transformar as crianças em activistas sociais quando estas chegarem ao fim da escola secundária.

O curriculum escolar promovido pela comissão de directores tendo em vista a "equidade" para os homossexuais, chamado de ‘Challenging Homophobia and Heterosexism’, diz que os pais não podem apelar às suas crenças religiosas como forma de retirar os seus filhos das aulas de "educação em torno dos direitos humanos".

O documento diz:

Se um pai pede permissão para que o seu filho ou filha seja dispensado das discussões em torno dos assuntos familiares da LGBTQ por motivos religiosos, este pedido não pode ser aceite porque viola a política dos Direitos Humanos.
O artigo não só defende que a liberdade religiosa "não é absoluta" como também que a acomodação religiosa, segundo a administração escolar, "é levada a cabo dentro dum contexto mais abrangente do sistema de educação secular".

Repararam no fascismo homossexual? As convicções religiosas dos pais que não achem normal que um homem insira o seu pénis no ânus de outro homem de nada servem se estas convicções chocarem com a definição de "normal" que os activistas homossexuais e os seus aliados esquerdistas subscrevam.

Por outras palavras, os direitos que os Cristãos tem (tinham?) de educar os seus filhos dentro do Cristianismo estão a ser retirados pela gaystapo. Como diz um blogueiro português, qualquer dia vai ser obrigatório ser homossexual.

Para se vêr que o propósito destas medidas é o ataque ao Cristianismo, o documento diz que os professores não estão autorizados a evitar a abordagem de assuntos controversos que possam violar crenças religiosas.

Os professores que se recusarem a criar nas salas de aula um ambiente inclusivo, seguro e apoiante para todos os estudantes estariam a criar um ambiente de aprendizagem envenenado.
Traduzido: se não se indoutrinarem crianças em favor do auto-destrutivo comportamento homossexual, as salas de aula não serão seguras, apoiantes e "inclusivas".

Acresce-se ainda que, segundo estes administração escolar, as escolas não podem enviar notas de permissão aos pais da criança antes de se abordarem "assuntos LGBTQ" uma vez que tratar a orientação sexual de uma forma diferente poderia ser considerada "discriminatória".

As actividades para os jovens no fim do jardim de infância até à terceira classe incluem discussões que tem em vista convencer os estudantes da importância de participar na parada anual de "orgulho" gay. Embora seja catalogada de "amiga da família", o evento já foi identificado como "a parada do sexo" uma vez que é normal ela conter pessoas semi-nuas ou totalmente nuas, e homossexuais a levarem a cabo actividades sexuais em público.

Entre o 4º e o 6º ano is alunos são encorajados a trazer o grosseiro jornal homossexual Xtra!. O mesmo é conhecido por dispôr publicidade contendo homens nus.

Fonte


Notícias como esta encerram em si os perigos de se conferirem "direitos humanos" a vícios sexuais. Segundo esta nova ideologia, se um pai disser que não quer que o seu filho seja alvo de engenharia social em favor dum comportamento sexual claramente destrutivo, a elite esquerdista que controla o Canadá acha por bem retirar o direito humano que os pais possuem de educarem os seus filhos segundo as suas crenças religiosas.

Para estes activistas, as escolas públicas não são suficientemente inclusivas se não oprimirem a liberdade dos Cristãos. É por estas e por outras que os esquerdistas são grandes proponentes das escolas públicas: é nelas que são preparadas as novas gerações de futuros votantes de esquerda.

Reparem como estas instituições escondem a promoção da sodomia por trás dos "direitos humanos". Hoje em dia, oposição à sodomia é uma "ataque aos direitos humanos" - pese embora seja normal a sociedade criticar todos os outros comportamentos sociais. Só a sodomia está protegida.

Se és um esquerdista e dás apoio à agenda dos sodomitas, então prepara-te porque mais cedo ou mais tarde os teus filhos vão ser enlistados no movimento homossexual, sejam eles homossexuais ou não.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Demonstração Católica atacada por militante pró-sodomia

No dia 2 de Junho de 2011, em Fairport, New York, voluntários da "American Society for the Defense of Tradition, Family, and Property" (TFP) foram atacados enquanto se demonstravam de forma pacífica em suporte do casamento.

Eis o vídeo do ataque .

O grupo Católico encontrava-se a manifestar estandartes de apoio ao casamento e distribuindo boletins de propaganda com o título de "10 Reasons Why Homosexual ‘Marriage’ Is Harmful and Must Be Opposed." O panfleto apela aos nova-iorquinos para resistirem com firmeza e pacificamente a agenda dos activistas homossexuais.

Os jovens Católicos foram alvo de ataques por parte de um homem pró-sodomia que derrubou e rasgou um dos estandartes que dizia "Casamento de Deus: 1 Homem & 1 Mulher". Quase imediatamente o homem ameaçou destruir a câmara que o grupo trazia. "Vou dar cabo da vossa câmara!" disse ele.

A seguir, o homem aproximou-se de outro Católico que exibia um estandarte onde se lia "Buzine se for a favor do casamento tradicional" e disse:

Vais-me dar o teu sinal vai ser preciso eu rasgá-lo também?

Durante a mesma demonstração Católica, um homem, de dentro dum veículo que passava pela rua, atirou uma garrafa de cerveja que atingiu o voluntário Michael Shibler. A garrafa atingiu-o na testa causando um inchaço e sangue. A polícia local está a investigar ambos os incidentes.O voluntário Shibler disse:

Estas tácticas de intimidação não vão de forma alguma desencorajar a minha determinação em promover a verdade àcerca do casamento e da caridade. A nossa causa é nobre e nós vamos vencer.

Alguns dizem que o "casamento" homossexual não prejudicam nem afectam ninguém. Bem, a pancada na minha testa é um exemplo em como prejudica os outros.

Os proponentes anti-família gostariam de silenciar por completo o meu direito à liberdade de expressão (manifesto na 1ª Emenda). Enquanto eles exigem tolerância por aquilo que eles chamam de "diversidade", eles são totalmente intolerantes de pontos de vista que contradigam os seus.

A TFP é uma organização Católica fundamentada na missão de combater o que eles chamam de "A Guerra Cultural". Eles colocam-se nas nas linhas da frente a partir de defesas pacíficas de valores como a tradição, a família e a propriedade privada - tudo coisas que os esquerdistas querem destruir como forma de concentrar o poder político nas suas mãos.

Fonte

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão.

A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.


A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.
Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.
“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.
Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.
Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.
“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.
No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.
“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.
“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.
Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.
“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.
Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.
Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.
Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Militantes homossexuais iniciam a sua infiltração nos escuteiros

Se homossexuais a abusarem de crianças Católicas permitiu aos esquerdistas a possibilidade de atacar todo o Cristianismo, imaginem só a diversão que eles irão ter quando conseguirem impor monitores homossexuais nos odiados escuteiros americanos. Os mesmos têm conseguido resistir à infiltração mas a Grã-Bretanha parece sucumbir à agenda sodomita:

A "Scout Association" revelou planos de aumentar o seu número de membros e líderes homossexuais.
Mas este gesto foi criticado por "afastar a organização" dos seus princípios Cristãos originários.

Estes princípios Cristão são o motivo que leva a que a esquerdalha tenha como prioridade infiltrar as associações de escuteiros.

Panfletos foram postos a circular informando as crianças que "não há nada de errado em ser gay e ser escuteiro."

Num parágrafo com o título de Adultos Gay nos Escuteiros, um segundo panfleto diz aos prováveis líderes e voluntários: "Não há problemas em ser um adulto nos escuteiros e ser gay!"
Patrick Harvie, do partido dos Verdes escocês, saudou o gesto e apelou aos escuteiros para irem mais além.

Para se ter uma ideia do que o "ir mais além" significa, vejam este vídeo que explica a VERDADEIRA motivação por trás do escândalo dos abusos dentro das instituições Cristãs.

Gay-Scoutmaster.jpg
Monitores homossexuais a levar rapazinhos para a floresta. Qual é o problema com isso?
Fonte

Mais um homossexual que defende a pedofilia

Até hoje, ainda não vi um grupo não-homossexual que tente normalizar a pedofilia. Todos os grupos mundiais que visam baixar consideravelmente (ou remover por completo) a idade de consentimento, são grupos homossexuais. Porque será?

DUBLIN, Irlanda, 9 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — David Norris, candidato homossexual à presidência da Irlanda, está lutando para manter sua candidatura em meio a mais revelações ainda de que ele apoia a “pedofilia clássica” e se opõe a todas as leis que especificam uma idade determinada para consentimento sexual.
Candidato presidencial irlandês David Norris
Na sua primeira página ontem, o jornal irlandês Irish Daily Mail deu como manchete “Não creio numa idade de consentimento”, e disse que Norris havia dado uma entrevista no ano passado em que disse (nas palavras do jornal) que “a prostituição e todas as drogas têm de ser legalizadas” e “ele era pró-aborto e defendida a pederastia”.
“E na entrevista chocantemente franca que levanta sérias perguntas sobre a idoneidade dele para a presidência”, o jornal continua, “ele disse: não creio numa idade de consentimento”.
Norris respondeu numa carta, pedindo a seus apoiadores que não o julgassem de acordo com “umas duas manchetes sensacionalistas”, e dizendo que detesta abuso de crianças e que todos os criminosos deveriam enfrentar “a totalidade dos rigores da lei”. Na carta, porém, ele confirmou que não apoia nenhuma idade legal para consentimento.
Norris também negou ser “pró-aborto”, mas acrescentou: “Com certeza, acredito firmemente que o acesso a informações é o melhor jeito de se reduzir a incidência de aborto”.
Norris era o candidato que tinha mais chances de vencer a corrida presidencial da Irlanda até a semana passada, quando uma entrevista de dez anos atrás foi revelada nos meios de comunicação em que ele fez comentários de apoio à pederastia, chamando-a “pedofilia clássica”.
Norris disse para a revista Magill: “Há muitas besteiras sendo ditas sobre a pedofilia”. “Acho que existe uma histeria total e absoluta acerca desse assunto”, disse ele, insistindo em que as crianças têm a capacidade de ter informações suficientes para dar consentimento para fazer sexo, dizendo: “A lei tem de levar em consideração não a idade, mas o consentimento”.
Ele também disse que as crianças vítimas de abuso sexual são mais prejudicadas quando se condena o abuso, e disse que o incesto deveria ser proibido apenas em casos em que a vítima poderia ser engravidada.
Em sua recente carta, sobre o assunto de pederastia (relações sexuais entre um homem mais velho e um rapaz adolescente) Norris confirmou que apoia a prática, dizendo que falando de sua própria experiência como jovem gay em Dublin, ele teria preferido ter se envolvido em tal relacionamento como sua “introdução à sexualidade”.
Citando a obra de Platão O Banquete, ele escreveu: “O maior filósofo que já houve argumentou que o amor físico é a porta de entrada para o amor espiritual. Essa obra finaliza, de forma muito comovente, com Alcibíades, o belíssimo jovem de Atenas, confessando que se ofereceu sexualmente para Sócrates em troca de ter parte na sabedoria de Sócrates. Esse texto foi preservado em toda a Idade Média. Eu vi essa atitude e experiência iluminadora como uma introdução muito mais interessante e preferível à sexualidade do que minha própria experiência. Essa é a minha opinião pessoal”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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