domingo, 22 de janeiro de 2012

Não, as coisas não vão melhorar

Mais um propagandista homossexual que se suicida:
Depois de 19 anos no planeta, durante os quais ele suportou níveis chocantes que ostracismo, abuso e rejeição, o cineasta gay Eric James Borges decidiu esta semana que as coisas não estavam a melhorar e como tal matou-se.

No vídeo "It Gets Better" ("Vai Melhorar"), que ele filmou há cerca de um mês atrás, Borges descreve a sua odisseia de vida através dos variados anéis dum inferno-na-Terra: foi gozado desde o jardim infantil, os seus pais tentaram levar a cabo um exorcismo nele quando souberam que ele era homossexual, foi vítima de "bullying" durante a escola secundária.

Borges é o segundo propagandista homossexual a tirar a sua vida nos meses recentes.
Jamey Rodemeyer, de 14 anos, não tinha muitos amigos masculinos. Passava o seu tempo com raparigas, na internet - onde celebrava o seu amor pela Lady Gaga - no Tumblr, escrevia um blogue pessoal, usava o Twitter, abriu uma conta no Formspring (arrependendo-se desse gesto mais tarde, como muitas outras pessoas) e colocava vídeos seus no YouTube.

Em Maio de 2011 Jamey Rodemeyer chegou a fazer um vídeo "It Gets Better", onde relata que, apesar do bullying, os seus verdadeiros amigos suportavam a sua decisão de "sair do armário" [assumir-se publicamente como homossexual].

James agradeceu à Lady Gaga por o ter ajudado a gostar mais dele mesmo.

No Domingo passado Jamey Rodemeyer foi encontrado morto perto da sua casa no que parece ter sido um suicídio.

É dito com frequência que a marca da insanidade é levar a cabo os mesmos procedimentos, vez após vez, e esperar resultados distintos.

Dado que já passaram 43 anos desde Stonewall, e a geração actual de crianças é a segunda geração sucessiva a ser submetida a indoutrinação pró-homossexualismo, anti-bullying, desde o jardim infantil até à universidade, acho que é seguro concluir que repetir insistentemente que "ser gay é ser okay" e que "a homofobia é um pecado mortal" não terá qualquer tipo de impacto na redução do suicídio entre os homossexuais.

De facto, é inteiramente possível que a propaganda infindável possa ser mais responsável por aquilo que a lésbica Ellen Degeneres descreveu como "epidemia de suicídio entre homossexuais adolescentes" do que o bullying em si.

Se a propaganda encoraja jovens instáveis a afundarem-se mais num estilo de vida depravado - estilo de vida esse há já muito tempo relacionado com várias desordens relacionadas com a saúde, incluindo a saúde mental - então essa tal propaganda está a contribuir para o aumento das taxas de suicídio e não para a sua redução.

O problema central aqui é que, ao focarem a sua atenção no bullying a que estes adolescentes homossexuais são submetidos, aqueles que querem reduzir as taxas de suicídio podem estar a ignorar o factor que causa o suicídio.

Embora seja razoável assumir que o bullying seja a causa, o falhanço da propaganda tende a sugerir que não é. Há outros grupos que de forma similar sofrem de bullying - os pequenos, os feios, os "especiais" - e estes não parecem cometer suicídio em taxas semelhantes.

Se as pessoas genuinamente querem desencorajar os jovens adolescentes de cometer o suicídio, eles tem que repensar as suas pressuposições em torno da questão, e ponderar se o suicídio dos jovens homossexuais têm aumentado ou diminuído com a sua aceitação e a visibilidade social, e se há algum tipo de relação directa entre a quantidade de bullying a que uma pessoa é sujeita com as probabilidades dela se suicidar.

Embora possa ser auto-gratificante culpar os "homofóbicos" e a sempre-insuficiente-admiração-social por tudo o que os homossexuais "sofrem", o peso das evidências observáveis actualmente não tende a indicar que haja qualquer tipo de correlação com o problema actual.

Entretanto, quem quer que esteja à frente do projecto "It Gets Better" tem que fazer um trabalho melhor na análise dos seus porta-vozes visto que, actualmente, e de modo inadvertido, esse empreendimento parece ser uma campanha em favor do suicídio de adolescentes homossexuais tirada directamente do filme Heathers.

Tudo o que falta agora é uma banda dos anos 80 a cantar "Suicídio adolescente homossexual, não o faças!"

Recrutar jovens instáveis para mentir aos adolescentes não é uma receita de longo prazo para o sucesso.

Fonte

. . . . . . .

Mais uma instância onde se vê claramente que os activistas homossexuais não se preocupam com o genuíno sofrimento de quem não é feliz na vida homossexual.

2 comentários:

  1. Muito interessante a matéria. Se você puder lembrar, teve mais um suicídio não muito distante, daquele norte-americano gay que pulou de uma ponte.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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